Podcast – Temporada 4 – novo episódio: placas oclusas – amor e ódio!

Nova temporada do podcast Por Dentro da Dor Orofacial!

Depois de um ano de hiato, episódios novos estão a caminho e para começar, nada melhor do que um papo informal com amigos. No episódio de hoje eu converso com os professores Roberto Ramos Garanhani e Gustavo Seabra Barbosa sobre os dispositivos oclusas mais utilizados para controle dos efeitos deletérios do Bruxismo do Sono e de algumas Disfunções Temporomandibulares: as placas oclusais.

👉Dr. Gustavo Seabra é especialista em Prótese Dentária (CFO), em DTM/Dor Orofacial (IEO – Bauru), Mestre em Odontologia (Reabilitação Oral – UFU), Doutor em Odontologia (Reabilitação Oral – USP/Ribeirão Preto), Professor Associado IV do Departamento de Odontologia da UFRN e Coordenador do CIADE/UFRN (Centro Integrado de Atendimento a Portadores de DOF e DTM). Instagram: @gustavoaseabra

👉Dr. Roberto Garanhani é especialista em Prótese Dental, em DTM/Dor Orofacial, Mestre em Implantodontia e professor da Zenith. Instagram: @oclupro

Alguns links citados no episódio:

– Como se filiar a SBDOF (Sociedade Brasileira de DTM e Dor Orofacial): https://sbdof.com.br/filie-se.html

– Livro recém-lançado do Prof. Gustavo Seabra – Dispositivos Oclusais pelo fluxo digital: passo a passo clínico e laboratorial – https://amzn.to/3FzazU7

– E-book: a história da oclusão: https://www.gustavoseabra.net/ebook

– Artigos citados: 

Greene CS, Menchel HF. The Use of Oral Appliances in the Management of Temporomandibular Disorders. Oral Maxillofac Surg Clin North Am. 2018 Aug;30(3):265-277. doi: 10.1016/j.coms.2018.04.003

Zonnenberg AJJ, Türp JC, Greene CS. Centric relation critically revisited-What are the clinical implications? J Oral Rehabil. 2021 Sep;48(9):1050-1055. doi: 10.1111/joor.13215

Fornai C, Tester I, Parlett K, Basili C, Costa HN. Centric relation: A matter of form and substance. J Oral Rehabil. 2022 Apr 4. doi: 10.1111/joor.13329.

Bora ouvir?

Dia Internacional das Mulheres

Hoje é 8 de março, Dia Internacional das Mulheres, uma data para enaltecer as mulheres extraordinárias que nos inspiram todos os dias.

Mas para mim também hoje é uma data de pesar, por ainda esta data existir, porque isso nos mostra que ainda as mulheres não atingiram seu objetivo de igualdade.

Eu só otimista e tento ver pelo lado do copo cheio mas tem anos e situações que me deixam triste e o momento atual com pandemia, guerra e intolerância só faz com que eu sinta que o objetivo está mais distante ainda.

Eu trabalho com dor crônica em meu dia dia. Faz parte da minha rotina ouvir pessoas e suas histórias e há coisas que me assustam muito: violência e assédio, sobretudo quando presente dentro do próprio lar.

Hoje por coincidência estava procurando artigos sobre uso abusivo de medicamentos e encontrei este paper:

Chandan JS, Keerthy D, Gokhale KM, Bradbury-Jones C, Raza K, Bandyopadhyay S, Taylor J, Nirantharakumar K. The association between exposure to domestic abuse in women and the development of syndromes indicating central nervous system sensitization: A retrospective cohort study using UK primary care records. Eur J Pain. 2021 Jul;25(6):1283-1291. doi: 10.1002/ejp.1750. Epub 2021 Mar 15. PMID: 33559289.

Nele os autores escreveram sobre o abuso doméstico que é um problema de saúde pública global, com uma relação pouco compreendida com o desenvolvimento de síndromes dolorosas complexas.

Eles usaram um grande banco de dados de cuidados primários do Reino Unido, e fizeram o primeiro estudo de coorte global para explorar isso ainda mais. Compararam 22604 mulheres adultas que foram expostas a violência doméstica (não necessariamente física) e compararam com 44671 mulheres que não passaram por isso. Acompanharam então essas pessoas de forma prospectiva para verificar aquelas que acabavam apresentando problemas que cursam com dor nociplástica, com sensibilização central, com dor crônica. Durante o período do estudo, as mulheres expostas ao abuso doméstico experimentaram um risco aumentado de 2.28 vezes de desenvolver dor lombar crônica, 3 vezes dores de cabeça crônicas, 1.5 vez síndrome do intestino irritável e 1.9 vez síndrome das pernas inquietas.

Encontraram então uma forte carga de morbidade da dor associada ao abuso doméstico, sugerindo a necessidade de intervenção urgente de saúde pública para evitar não apenas o abuso doméstico, mas também as consequências negativas associadas à dor.

Muitas vezes não sabemos disso. Muitas vezes fechamos os olhos para isso. Aí a paciente, ora, é refratária ao tratamento… Será?

Ainda, outros estudos e reportagens mostram que a pandemia por COVID-19 só agravou ainda mais este quadro. Retrocedemos.

Este estudo demonstrou a necessidade de considerar uma história pregressa de violência doméstica em pacientes com dor crônica; e também considerar abordagens preventivas para mitigar o risco de desenvolver dor crônica após a exposição ao abuso doméstico e mais ainda, trabalhar para que a violência doméstica reduza. Isso precisa de educação e diálogo, sem demagogia, com mais ação.

Feliz dia das mulheres. E vamos em frente.

Ano global da IASP: Traduzindo o Conhecimento da Dor para a Prática

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Todos os anos a IASP (Associação Internacional de Estudo da Dor) lança a sua campanha anual dentro da área de dor.

Este ano a campanha se concentra em um aspecto especial da dor para aumentar a conscientização dentro de toda população, leiga ou não. O objetivo do Ano Global de 2022 é aumentar a conscientização sobre o conhecimento da dor e como isso pode beneficiar aqueles que vivem com dor.

Trazer informações válidas e fazer a ponte entre a ciência e a prática clínica, tudo que sempre prezei na vida!

O Ano Global para Traduzir o Conhecimento da Dor para a Prática irá:

  • Aumentar a conscientização mundial de médicos, cientistas e o público sobre o conhecimento acumulado sobre a dor.
  • Fazer a ponte entre os estudos pré-clínicos e a prática clínica para aumentar a conscientização sobre os desafios na concepção de novos estudos pré-clínicos e ensaios clínicos mais eficazes.
  • Comunicar conhecimento sobre dor de estudos recentes.
  • Distribuir histórias bem-sucedidas e lições aprendidas.
  • Destacar os desafios na concepção de estudos pré-clínicos novos e mais preditivos e novas abordagens para superar barreiras e conduzir ensaios clínicos mais eficazes.

A IASP fornecerá folhetos informativos, webinars, notícias e perspectivas para médicos, pesquisadores e o público para melhorar os resultados dos pacientes e trabalhar para o alívio da dor em todo o mundo. O Ano Global também contará com sessões no Congresso Mundial de Dor de 2022 que será realizado em Setembro em Toronto no Canadá.

Para saber mais: https://www.iasp-pain.org/advocacy/global-year/translating-pain-knowledge-to-practice/

Professor Paulo Conti dá entrevista sobre Bruxismo na Pandemia

Entrevista concedida a TV USP Bauru!

O bruxismo é um problema que acomete muitas pessoas pelo mundo todo. E a tensão trazida pela pandemia faz aumentar os casos dessa condição. Nesta entrevista, o professor Paulo César Rodrigues Conti, titular do Departamento de Prótese e Periodontia da Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB/USP), fala sobre esse problema, explica mais sobre o bruxismo e também revela quais os sinais de alerta para as pessoas.

Palestra sobre Fibromialgia e DTM

Na semana passada ministrei uma palestra na Liga Interdisciplinar de Dor Orofacial da FOUSP.

Falei por cerca de uma hora sobre fibromialgia e a relação com as DTM. Para assistir, você pode acessar ao link no Youtube.

Aproveite e veja também as palestras sobre estresse e DTM com a Profa. Dyna Mara Ferreira Costa e Artrite Reumatóide e DTM com a Profa. Liete Zwir! Clique aqui

Podcast: bate papo sobre o consultório do especialista em DTM e Dor Orofacial

Convidei dois grandes amigos, dentistas, especialistas em DTM e Dor Orofacial para conversarem sobre o consultório e as necessidades que precisamos aprimorar nas áreas de comunicação, gestão e marketing: Rodrigo Wendel e Rodrigo Teixeira. 

Rodrigo Wendel é especialista e mestre em DTM e Dor Orofacial, coordena cursos de especialização, atualização e imersão na área e atua em consultório em Brasília. Seu site é https://rodrigowendel.com.br 

Rodrigo Teixeira é também especialista, mestre e doutor em DTM e Dor Orofacial, professor e palestrante na área e também atua em consultório dedicado e montado exclusivamente para o atendimento de pacientes nesta área em Belo Horizonte. Seu site é https://drrodrigoteixeira.com.br 

Ambos são sócios fundadores da Sociedade Brasileira de DTM e Dor Orofacial, a SBDOF, e foram diretores financeiros da instituição. 

Como material de base de discussão, nós três fizemos uma pesquisa em Maio de 2020 com especialistas em DTM e Dor Orofacial e conseguimos 213 respostas ao nosso formulário online, o que para quem é entendido de amostra de pesquisa correspondeu a cerca de 5% de margem de erro e 95% de confiança. Nesta pesquisa em média os especialistas apresentaram 8,5 anos de formação dentro da especialidade, 81% tinham outra especialidade além desta e 79% trabalhavam exclusivamente no setor privado. 

Um dado que chama a atenção é que do tempo dedicado ao consultório, a maioria das pessoas trabalhavam menos de 50% do tempo com a especialidade, sendo os proventos vindos da DTM correspondentes a cerca de 43% dos honorários do especialista e 63% dos respondentes não estavam satisfeitos com sua remuneração. As razões levantadas por eles foram as mais diversas, como o paciente não saber o que é DTM (o que prá mim, particularmente nem é uma dificuldade), dificuldade econômica ou mesmo a capacidade de negociar.  

Perguntamos também se o dentista era também o responsável pela gestão de seu consultório é a resposta foi sim para 176 pessoas, ou seja, a grande maioria. Mas também 143 pessoas disseram que nunca fizeram um curso sobre isso, sendo que 43% controlam a gestão financeira por uma planilha e 11% nem controlava! O uso de software foi relatado por 21% das pessoas. 

Com estes dados em mente, nós discutimos o diagnóstico da situação e para onde devemos olhar para nos aprimorar! 

Procure o podcast Por Dentro da Dor Orofacial nos melhores tocadores e dê um play e ouça esta conversa que está muito bacana!

Se preferir, ouça via Spotify!

10 passos para diagnóstico e controle da migrânea

Migrânea é uma cefaleia primária incapacitante que afeta diretamente mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo e apesar de sua prevalência generalizada, ainda permanece subdiagnosticada e subtratada. Sempre é importante o especialista em DTM e Dor Orofacial acompanhar a literatura relacionada a migrânea, uma vez que, além de um comorbidades importante da DTM, muitas vezes é a única queixa do paciente e devemos identificá-la e referenciar. Importante também o conhecimento para a troca de informação junto ao médico neurologista.

E para apoiar a tomada de decisão clínica médica, um painel europeu de especialistas foi convocado para desenvolver uma abordagem em dez etapas para o diagnóstico e tratamento da enxaqueca.

Cada etapa foi estabelecida por consenso de especialistas e apoiada por uma revisão da literatura atual. A Declaração de Consenso foi endossada pela European Headache Federation e pela European Academy of Neurology. Nesta Declaração de Consenso, características clínicas típicas, critérios diagnósticos e diagnósticos diferenciais para migrânea foram apresentados. Em seguida, o valor da centralização e da educação do paciente para garantir a adesão ao tratamento e a satisfação com o atendimento foi endossada.

Além disso, as melhores práticas para o tratamento agudo e preventivo da migrânea em várias populações de pacientes, incluindo adultos, crianças e adolescentes, mulheres grávidas e lactantes e idosos foram descritas. Além disso, forneceram recomendações para avaliar a resposta ao tratamento e gerenciar a falha do tratamento. Por fim, discutiram o manejo de complicações e comorbidades, bem como a importância do planejamento de acompanhamento em longo prazo.

O artigo está publicado na revista Nature com acesso gratuito que pode ser realizado pelo link: https://www.nature.com/articles/s41582-021-00509-5

Boa leitura!

Paper publicado – fica a dica

Dica de leitura para quem quiser refletir mais sobre DTM: saiu um artigo sábado dos Professores Charles Greene e Daniele Manfredini – Transitioning to Chronic TMD Pain: A Combination of Patient Vulnerabilities and Iatrogenesis. 

Tradução do resumo:

Este artigo descreve conhecidos fatores de vulnerabilidade que tornam os indivíduos suscetíveis ao desenvolvimento de disfunções temporomandibulares (DTMs), bem como aqueles que contribuem para a perpetuação desses problemas. Além disso, o tópico da iatrogenia é discutido como um dos principais contribuintes para os resultados negativos que podem ser vistos neste campo. 

No nível do paciente, fatores anatômicos, psicossociais e genéticos podem contribuir para a vulnerabilidade individual. A anatomia e a fisiopatologia dos músculos, articulações, disco e nervos podem estar envolvidas na predisposição aos sintomas de DTM, especialmente quando os pacientes têm dor em outras partes do corpo. 

Entre os fatores psicossociais, algumas características podem ser elucidadas pelo eixo II do DC / TMD, enquanto outras (por exemplo, comportamento de doença, síndrome de Munchausen, falta de aceitação de abordagens não mecânicas) requerem avaliação cuidadosa por profissionais treinados. 

A predisposição genética para o início das DTMs e para a cronificação dos sintomas foi identificada em indivíduos com certas características psicológicas, presença de comorbidades e certas manifestações clínicas anormais. 

Em relação à iatrogenia, os pecados de omissão podem influenciar o quadro clínico, sendo os principais o diagnóstico incorreto e o subtratamento. Estratégias de reposicionamento articular, modificações oclusais, abuso de aparelhos e placas orais, solicitação indevida de imagens e uso de tecnologia diagnóstica, efeito nocebo e complicações com tratamentos intracapsulares são os fatores mais frequentes que podem contribuir para a cronificação das DTMs. 

Link para o artigo completo: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10.1111/joor.13180

Dor referida e o dilema do trigger point

O episódio de hoje está especial,  internacional e confesso que fiquei ansiosa para que saísse logo e todos pudessem ouvir. 
Eu e a minha amiga, a querida Profa. Daniela Godoi Gonçalves entrevistamos o professor Fernando Exposto sobre dor referida, dor muscular, presença de trigger points e até, para felicidade da Daniela, exploramos a relação com cefaleia.
A história do episódio é a seguinte: eu já conhecia os trabalhos do Prof. Fernando Exposto. Ele está na Dinamarca, trabalhando na equipe de Dor Orofacial de Aarhus que é liderada pelo Prof. Peter Svensson e onde os meus amigos, professores Yuri Costa e Dyna Mara Ferreira, passaram uma temporada no último ano. Lembrem-se que no primeiro episódio desta temporada gravei com a Dyna e ela conta a experiência na clínica lá. Então, em uma das minhas idas a Bauru, na estrada, aproveitei para colocar os podcasts em dia e ouvi o episódio com o Fernando no podcast da Academia Americana de Dor Orofacial (AAOP). Na hora pensei: quem dera se todos tivessem acesso a esta entrevista… 
Cheguei em Bauru e logo mandei um whastapp a Daniela, contando sobre o episódio e indicando para ela ouvir. Mas, nem precisou, ela também tinha ouvido e estava empolgada com o conteúdo. Nem preciso dizer que naquele momento surgiu a ideia de gravar e restava fazer o convite ao Fernando.
Neste ponto tenho já que agradecer (e faço isso várias vezes no episódio) a Dyna Mara que intermediou o convite! Obrigada!!🙂
Sem mais delongas, vamos às apresentações:

  • Professor Doutor Fernando Exposto é instrutor clínico e pós Doc do Departamento de Odontologia e Saúde Oral da Universidade de Aarhus na Dinamarca, onde fez seu doutorado, e mestrado na Universidade de Copenhagen também na Dinamarca. Sua linha de pesquisa envolve cefaleias e dores musculares. Além disso, cursou residência em Dor Orofacial na Universidade de Kentucky, nos Estados Unidos.
  • Professora Doutora Daniela Godoi Gonçalves é professora da Faculdade de Odontologia de Araraquara – UNESP, onde ministra aulas nas Disciplinas de e Disfunção Temporomandibular, Dor Orofacial e Oclusão. Entre outras coisas, atualmente é a presidente do Grupo de Neurociências da Associação Internacional de Pesquisa Odontológica, a IADR.


Prof. Fernando Exposto e Profa. Daniela Godoi Gonçalves estarão no V Congresso Brasileiro de Dor Orofacial que acontecerá entre os dias 27 e 29 de maio de 2021. Inscrições pelo site: www.sbdof.com.br

Link para podcasts  da AAOP: https://bit.ly/3te4nJz

Link para alguns dos artigos do Prof. Fernando Exposto:

Conheça mais sobre o departamento de Dor Orofacial e Função Mandibular da Universidade de Aarhus, liderado pelo Prof. Peter Svensson, pelo link: https://dent.au.dk/en/about-the-department/sections/orofacial-pain-and-jaw-function/

Para ouvir o podcast procure em todos os agregadores de Podcast ou escute pelo Spotify clicando aqui.

Processos degenerativos na ATM: e agora?

O episódio de hoje  é um pouco diferente. Vou contar uma história antes para vocês entenderem:

Existe um grupo de estudos ligado ao blog Por Dentro da Dor Orofacial, o GEDOF. Este grupo é composto por especialistas que já atuam na área. A professora Liete Zwir me ajuda em todos encontros. Brinco que é a nossa fada sensata, aquela pessoa que tudo ouve, faz comentários pertinentes e ao final conclui com maestria sobre todos os assuntos.

Nos dois últimos encontros deste grupo, nos aprofundamos no estudo dos processos ligados aos problemas degenerativos da ATM e as terapias empregadas. Foram horas de estudos.

E durante os encontros, um nome foi unanimidade como destaque no assunto, sobretudo durante a pandemia onde expos seu conhecimento através de aulas online e também de um instagram bombado, que eu acompanho de perto porque não boba nem nada. O nome? Professor Ricardo Tesch.

E aí surgiu a sugestão da Profa. Liete: que tal gravarmos uma entrevista com professor Ricardo?

Gravamos. O conteúdo completo está aqui.

Eu sugiro que você ouça mais de uma vez. Pq você vai querer anotar tudo para estudar depois.

O motivo: só quem entende os processos, consegue ser assertivo na terapia. #ficaadica

Por fim, dedico este episódio ao pessoal do #GEDOF, de quem estou morrendo de saudades de nossas reuniões presenciais.

Profa. Liete Zwir   é pesquisadora da universidade Federal de São Paulo, a UNIFESP, onde fez especialização, mestrado e doutorado e é também especialista em Odontopediatria. Sua a’rea de pesquisa e estudo envolve problemas como artrite reumatóide e artrite idioopática juvenil.

Prof. Ricardo de Souza tesch é Professor Adjunto da Faculdade de Medicina de Petrópolis, onde é o Coordenador do Curso de Especialização em DTM e Dor Orofacial. Pesquisador com interesse especial nas áreas de Ortodontia e Ortopedia Facial, DTM e Dor Orofacial, Cefaléias, Genética e Medicina Regenerativa, esta última com ênfase no emprego de Terapias Celulares para Regeneração de Cartilagem e Osso.

Todas as informações foram extraídas do currículo lattes dos professores!

Links para artigos:

de Souza Tesch R, Takamori ER, Menezes K, Carias RBV, Dutra CLM, de Freitas Aguiar M, Torraca TSS, Senegaglia AC, Rebelatto CLK, Daga DR, Brofman PRS, Borojevic R. Temporomandibular joint regeneration: proposal of a novel treatment for condylar resorption after orthognathic surgery using transplantation of autologous nasal septum chondrocytes, and the first human case report. Stem Cell Res Ther. 2018 Apr 7;9(1):94. doi: 10.1186/s13287-018-0806-4. https://stemcellres.biomedcentral.com/articles/10.1186/s13287-018-0806-4

Albilia J DMD, MSc, Herrera-Vizcaíno C DDS, Weisleder H BSc, Choukroun J MD, Ghanaati S MD, DMD, PhD. Liquid platelet-rich fibrin injections as a treatment adjunct for painful temporomandibular joints: preliminary results. Cranio. 2020 Sep;38(5):292-304. doi: 10.1080/08869634.2018.1516183. : https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/08869634.2018.1516183?journalCode=ycra20

Takaoka R, Yatani H, Senzaki Y, Koishi Y, Moriguchi D, Ishigaki S. Relative risk of positional and dynamic temporomandibular disc abnormality for osteoarthritis-magnetic resonance imaging study. J Oral Rehabil. 2021 Apr;48(4):375-383. doi: 10.1111/joor.13138. https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/joor.13138

Hong SW, Kang JH. Bone mineral density, bone microstructure, and bone turnover markers in females with temporomandibular joint osteoarthritis. Clin Oral Investig. 2021 Apr 16. doi: 10.1007/s00784-021-03946-0. https://link.springer.com/article/10.1007/s00784-021-03946-0