Podcast: bate papo sobre o consultório do especialista em DTM e Dor Orofacial

Convidei dois grandes amigos, dentistas, especialistas em DTM e Dor Orofacial para conversarem sobre o consultório e as necessidades que precisamos aprimorar nas áreas de comunicação, gestão e marketing: Rodrigo Wendel e Rodrigo Teixeira. 

Rodrigo Wendel é especialista e mestre em DTM e Dor Orofacial, coordena cursos de especialização, atualização e imersão na área e atua em consultório em Brasília. Seu site é https://rodrigowendel.com.br 

Rodrigo Teixeira é também especialista, mestre e doutor em DTM e Dor Orofacial, professor e palestrante na área e também atua em consultório dedicado e montado exclusivamente para o atendimento de pacientes nesta área em Belo Horizonte. Seu site é https://drrodrigoteixeira.com.br 

Ambos são sócios fundadores da Sociedade Brasileira de DTM e Dor Orofacial, a SBDOF, e foram diretores financeiros da instituição. 

Como material de base de discussão, nós três fizemos uma pesquisa em Maio de 2020 com especialistas em DTM e Dor Orofacial e conseguimos 213 respostas ao nosso formulário online, o que para quem é entendido de amostra de pesquisa correspondeu a cerca de 5% de margem de erro e 95% de confiança. Nesta pesquisa em média os especialistas apresentaram 8,5 anos de formação dentro da especialidade, 81% tinham outra especialidade além desta e 79% trabalhavam exclusivamente no setor privado. 

Um dado que chama a atenção é que do tempo dedicado ao consultório, a maioria das pessoas trabalhavam menos de 50% do tempo com a especialidade, sendo os proventos vindos da DTM correspondentes a cerca de 43% dos honorários do especialista e 63% dos respondentes não estavam satisfeitos com sua remuneração. As razões levantadas por eles foram as mais diversas, como o paciente não saber o que é DTM (o que prá mim, particularmente nem é uma dificuldade), dificuldade econômica ou mesmo a capacidade de negociar.  

Perguntamos também se o dentista era também o responsável pela gestão de seu consultório é a resposta foi sim para 176 pessoas, ou seja, a grande maioria. Mas também 143 pessoas disseram que nunca fizeram um curso sobre isso, sendo que 43% controlam a gestão financeira por uma planilha e 11% nem controlava! O uso de software foi relatado por 21% das pessoas. 

Com estes dados em mente, nós discutimos o diagnóstico da situação e para onde devemos olhar para nos aprimorar! 

Procure o podcast Por Dentro da Dor Orofacial nos melhores tocadores e dê um play e ouça esta conversa que está muito bacana!

Se preferir, ouça via Spotify!

10 passos para diagnóstico e controle da migrânea

Migrânea é uma cefaleia primária incapacitante que afeta diretamente mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo e apesar de sua prevalência generalizada, ainda permanece subdiagnosticada e subtratada. Sempre é importante o especialista em DTM e Dor Orofacial acompanhar a literatura relacionada a migrânea, uma vez que, além de um comorbidades importante da DTM, muitas vezes é a única queixa do paciente e devemos identificá-la e referenciar. Importante também o conhecimento para a troca de informação junto ao médico neurologista.

E para apoiar a tomada de decisão clínica médica, um painel europeu de especialistas foi convocado para desenvolver uma abordagem em dez etapas para o diagnóstico e tratamento da enxaqueca.

Cada etapa foi estabelecida por consenso de especialistas e apoiada por uma revisão da literatura atual. A Declaração de Consenso foi endossada pela European Headache Federation e pela European Academy of Neurology. Nesta Declaração de Consenso, características clínicas típicas, critérios diagnósticos e diagnósticos diferenciais para migrânea foram apresentados. Em seguida, o valor da centralização e da educação do paciente para garantir a adesão ao tratamento e a satisfação com o atendimento foi endossada.

Além disso, as melhores práticas para o tratamento agudo e preventivo da migrânea em várias populações de pacientes, incluindo adultos, crianças e adolescentes, mulheres grávidas e lactantes e idosos foram descritas. Além disso, forneceram recomendações para avaliar a resposta ao tratamento e gerenciar a falha do tratamento. Por fim, discutiram o manejo de complicações e comorbidades, bem como a importância do planejamento de acompanhamento em longo prazo.

O artigo está publicado na revista Nature com acesso gratuito que pode ser realizado pelo link: https://www.nature.com/articles/s41582-021-00509-5

Boa leitura!

Paper publicado – fica a dica

Dica de leitura para quem quiser refletir mais sobre DTM: saiu um artigo sábado dos Professores Charles Greene e Daniele Manfredini – Transitioning to Chronic TMD Pain: A Combination of Patient Vulnerabilities and Iatrogenesis. 

Tradução do resumo:

Este artigo descreve conhecidos fatores de vulnerabilidade que tornam os indivíduos suscetíveis ao desenvolvimento de disfunções temporomandibulares (DTMs), bem como aqueles que contribuem para a perpetuação desses problemas. Além disso, o tópico da iatrogenia é discutido como um dos principais contribuintes para os resultados negativos que podem ser vistos neste campo. 

No nível do paciente, fatores anatômicos, psicossociais e genéticos podem contribuir para a vulnerabilidade individual. A anatomia e a fisiopatologia dos músculos, articulações, disco e nervos podem estar envolvidas na predisposição aos sintomas de DTM, especialmente quando os pacientes têm dor em outras partes do corpo. 

Entre os fatores psicossociais, algumas características podem ser elucidadas pelo eixo II do DC / TMD, enquanto outras (por exemplo, comportamento de doença, síndrome de Munchausen, falta de aceitação de abordagens não mecânicas) requerem avaliação cuidadosa por profissionais treinados. 

A predisposição genética para o início das DTMs e para a cronificação dos sintomas foi identificada em indivíduos com certas características psicológicas, presença de comorbidades e certas manifestações clínicas anormais. 

Em relação à iatrogenia, os pecados de omissão podem influenciar o quadro clínico, sendo os principais o diagnóstico incorreto e o subtratamento. Estratégias de reposicionamento articular, modificações oclusais, abuso de aparelhos e placas orais, solicitação indevida de imagens e uso de tecnologia diagnóstica, efeito nocebo e complicações com tratamentos intracapsulares são os fatores mais frequentes que podem contribuir para a cronificação das DTMs. 

Link para o artigo completo: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10.1111/joor.13180

Dor referida e o dilema do trigger point

O episódio de hoje está especial,  internacional e confesso que fiquei ansiosa para que saísse logo e todos pudessem ouvir. 
Eu e a minha amiga, a querida Profa. Daniela Godoi Gonçalves entrevistamos o professor Fernando Exposto sobre dor referida, dor muscular, presença de trigger points e até, para felicidade da Daniela, exploramos a relação com cefaleia.
A história do episódio é a seguinte: eu já conhecia os trabalhos do Prof. Fernando Exposto. Ele está na Dinamarca, trabalhando na equipe de Dor Orofacial de Aarhus que é liderada pelo Prof. Peter Svensson e onde os meus amigos, professores Yuri Costa e Dyna Mara Ferreira, passaram uma temporada no último ano. Lembrem-se que no primeiro episódio desta temporada gravei com a Dyna e ela conta a experiência na clínica lá. Então, em uma das minhas idas a Bauru, na estrada, aproveitei para colocar os podcasts em dia e ouvi o episódio com o Fernando no podcast da Academia Americana de Dor Orofacial (AAOP). Na hora pensei: quem dera se todos tivessem acesso a esta entrevista… 
Cheguei em Bauru e logo mandei um whastapp a Daniela, contando sobre o episódio e indicando para ela ouvir. Mas, nem precisou, ela também tinha ouvido e estava empolgada com o conteúdo. Nem preciso dizer que naquele momento surgiu a ideia de gravar e restava fazer o convite ao Fernando.
Neste ponto tenho já que agradecer (e faço isso várias vezes no episódio) a Dyna Mara que intermediou o convite! Obrigada!!🙂
Sem mais delongas, vamos às apresentações:

  • Professor Doutor Fernando Exposto é instrutor clínico e pós Doc do Departamento de Odontologia e Saúde Oral da Universidade de Aarhus na Dinamarca, onde fez seu doutorado, e mestrado na Universidade de Copenhagen também na Dinamarca. Sua linha de pesquisa envolve cefaleias e dores musculares. Além disso, cursou residência em Dor Orofacial na Universidade de Kentucky, nos Estados Unidos.
  • Professora Doutora Daniela Godoi Gonçalves é professora da Faculdade de Odontologia de Araraquara – UNESP, onde ministra aulas nas Disciplinas de e Disfunção Temporomandibular, Dor Orofacial e Oclusão. Entre outras coisas, atualmente é a presidente do Grupo de Neurociências da Associação Internacional de Pesquisa Odontológica, a IADR.


Prof. Fernando Exposto e Profa. Daniela Godoi Gonçalves estarão no V Congresso Brasileiro de Dor Orofacial que acontecerá entre os dias 27 e 29 de maio de 2021. Inscrições pelo site: www.sbdof.com.br

Link para podcasts  da AAOP: https://bit.ly/3te4nJz

Link para alguns dos artigos do Prof. Fernando Exposto:

Conheça mais sobre o departamento de Dor Orofacial e Função Mandibular da Universidade de Aarhus, liderado pelo Prof. Peter Svensson, pelo link: https://dent.au.dk/en/about-the-department/sections/orofacial-pain-and-jaw-function/

Para ouvir o podcast procure em todos os agregadores de Podcast ou escute pelo Spotify clicando aqui.

Processos degenerativos na ATM: e agora?

O episódio de hoje  é um pouco diferente. Vou contar uma história antes para vocês entenderem:

Existe um grupo de estudos ligado ao blog Por Dentro da Dor Orofacial, o GEDOF. Este grupo é composto por especialistas que já atuam na área. A professora Liete Zwir me ajuda em todos encontros. Brinco que é a nossa fada sensata, aquela pessoa que tudo ouve, faz comentários pertinentes e ao final conclui com maestria sobre todos os assuntos.

Nos dois últimos encontros deste grupo, nos aprofundamos no estudo dos processos ligados aos problemas degenerativos da ATM e as terapias empregadas. Foram horas de estudos.

E durante os encontros, um nome foi unanimidade como destaque no assunto, sobretudo durante a pandemia onde expos seu conhecimento através de aulas online e também de um instagram bombado, que eu acompanho de perto porque não boba nem nada. O nome? Professor Ricardo Tesch.

E aí surgiu a sugestão da Profa. Liete: que tal gravarmos uma entrevista com professor Ricardo?

Gravamos. O conteúdo completo está aqui.

Eu sugiro que você ouça mais de uma vez. Pq você vai querer anotar tudo para estudar depois.

O motivo: só quem entende os processos, consegue ser assertivo na terapia. #ficaadica

Por fim, dedico este episódio ao pessoal do #GEDOF, de quem estou morrendo de saudades de nossas reuniões presenciais.

Profa. Liete Zwir   é pesquisadora da universidade Federal de São Paulo, a UNIFESP, onde fez especialização, mestrado e doutorado e é também especialista em Odontopediatria. Sua a’rea de pesquisa e estudo envolve problemas como artrite reumatóide e artrite idioopática juvenil.

Prof. Ricardo de Souza tesch é Professor Adjunto da Faculdade de Medicina de Petrópolis, onde é o Coordenador do Curso de Especialização em DTM e Dor Orofacial. Pesquisador com interesse especial nas áreas de Ortodontia e Ortopedia Facial, DTM e Dor Orofacial, Cefaléias, Genética e Medicina Regenerativa, esta última com ênfase no emprego de Terapias Celulares para Regeneração de Cartilagem e Osso.

Todas as informações foram extraídas do currículo lattes dos professores!

Links para artigos:

de Souza Tesch R, Takamori ER, Menezes K, Carias RBV, Dutra CLM, de Freitas Aguiar M, Torraca TSS, Senegaglia AC, Rebelatto CLK, Daga DR, Brofman PRS, Borojevic R. Temporomandibular joint regeneration: proposal of a novel treatment for condylar resorption after orthognathic surgery using transplantation of autologous nasal septum chondrocytes, and the first human case report. Stem Cell Res Ther. 2018 Apr 7;9(1):94. doi: 10.1186/s13287-018-0806-4. https://stemcellres.biomedcentral.com/articles/10.1186/s13287-018-0806-4

Albilia J DMD, MSc, Herrera-Vizcaíno C DDS, Weisleder H BSc, Choukroun J MD, Ghanaati S MD, DMD, PhD. Liquid platelet-rich fibrin injections as a treatment adjunct for painful temporomandibular joints: preliminary results. Cranio. 2020 Sep;38(5):292-304. doi: 10.1080/08869634.2018.1516183. : https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/08869634.2018.1516183?journalCode=ycra20

Takaoka R, Yatani H, Senzaki Y, Koishi Y, Moriguchi D, Ishigaki S. Relative risk of positional and dynamic temporomandibular disc abnormality for osteoarthritis-magnetic resonance imaging study. J Oral Rehabil. 2021 Apr;48(4):375-383. doi: 10.1111/joor.13138. https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/joor.13138

Hong SW, Kang JH. Bone mineral density, bone microstructure, and bone turnover markers in females with temporomandibular joint osteoarthritis. Clin Oral Investig. 2021 Apr 16. doi: 10.1007/s00784-021-03946-0. https://link.springer.com/article/10.1007/s00784-021-03946-0

Podcast: Discutindo a relação: Ortodontia – DTM – Bruxismo

Os convidados de hoje formam um dos casais mais simpáticos que conheço. Dentistas, professores, esportistas, elegantes, viajantes, pais e ainda tem tempo e competência de produzir ciência da melhor qualidade dentro de suas respectivas áreas e também em algumas vezes juntos.

Talvez a maior DR entre eles seja sobre Ortodontia, DTM e Bruxismo!

Ela, Profa Dra Ana Cláudia de Castro Ferreira Conti é especialista em Ortodontia, graduada e, com mestrado e doutorado pela USP e atualmente professora do programa de pós-graduação em Odontologia, com área de concentração Ortodontia na Universidade Norte do Paraná em Londrina e atua também como professora de graduação na área de Ortodontia no Centro Universitário Sagrado Coração Unisagrado em Bauru. 

Ele, Prof. Dr Paulo César Rodrigues Conti foi meu orientador no doutorado… tudo bem, talvez seja o menos importante fato do currículo dele! Afinal de contas ele é um dos maiores professores e especialistas em DTM e Dor orofacial no mundo, nos representando lá fora. Eu tenho o maior orgulho em ainda trabalhar com ele. Atualmente é Professor Titular da Faculdade de Odontologia de Bauru, da Universidade de São Paulo, editor assistente do Journal of Oral Rehabilitation, ex presidente fundador da Sociedade Brasileira de DTM e Dor Orofacial (SBDOF) e vice presidente do Grupo de Interesse Especial  de Dor Orofacial e Cefaleia da Associação Internacional de Estudo da Dor (IASP), além de outros cargos e títulos que acumula.

“Simbora” ouvir este bate papo?

Artigos citados:

Para informações sobre cursos de Atualização e Especialização em DTM e Dor Orofacial em Bauru: http://bit.ly/cursoDTM

Link para livro escrito pelo Prof. Paulo Conti e colaboradores: https://amzn.to/2Pkjbs4

Fale comigo:

⁃    Email: juliana.dentista@gmail.com

⁃    Instagram: www.instagram.com/dtmdororofacial

⁃    Twitter: www.twitter.com/dororofacial

⁃    Lista de transmissão no Whatsapp: http://bit.ly/julianadentista

– Telegram: https://t.me/dororofacial

Foto da capa:  Aung Soe Min on Unsplash

Tradução – Classificação Internacional das Cefaleias

É muito importante que o profissional que atende o paciente com Dor Orofacial conheça as cefaleias e seus critérios de diagnóstico para não só realizar diagnóstico diferencial com as condições que afetam esta região, mas também aprimorar o atendimento ao paciente.

Para isso, sempre é importante consultar a última edição da Classificação Internacional das Cefaleias, mas esta estava em inglês. A boa notícia é que o Comitê de Classificação das Cefaleias da Sociedade Internacional de Cefaleia publicou esta semana cuja última versão em Português Brasileiro e com tradução da Sociedade Brasileira de Cefaleia e já está disponível para download pelo link: https://ihs-headache.org/wp-content/uploads/2021/03/ICHD-3-Brazilian-Portuguese.pdf

Eu me lembro quando ainda carregava o livro na mão e via alguns residentes na neurologia usando o Palmtop (nossa, isso é bem antigo, se você não tem ideia do que é, clique aqui). Um viva para os smartphones! 🙂

#ficaadica de hoje!

Podcast: mais um episódio sobre toxina botulínica

Toxina botulínica é uma neurotoxina, produzida pela bactériaClostridium botulinum e o subtipo A é o que usamos na clínica nos dias de hoje. Amplamente utilizada na área estética, há alguns anos já houve um aumento expressivo nas terapias com toxina botulínica na área de dor orofacial, sobretudo disfunção temporomandibular e também para bruxismo. Há alguns anos também, as pesquisas iniciais mostravam um efeito terapêutico porém com eficácia abaixo ou semelhante às técnicas já empregadas na área… nada muito animador. Será que algo mudou nos últimos tempos?

Para conversar sobre isso eu convidei dois colegas queridos do Bauru Orofacial Pain Group: Giancarlo Canales e Rodrigo Poluha. Juntos eles lançaram um ebook, cujo link deixarei na descrição deste episódio, denominado Toxina Botulínica: aplicações além da estética.

Prof. Dr. Giancarlo de la Torre Canales é peruano (hoje não teremos problemas em identificar quem é quem pela voz somente!), e mora no Brasil já há algum tempo. Fez mestrado e doutorado na UNICAMP, com a linha de pesquisa envolvendo toxina botulínica, e atualmente está como pós doutorando na FOB-USP junto com o professor Paulo Conti, desenvolvendo pesquisas envolvendo o uso da toxina botulínica.

Prof. Dr. Rodrigo Lorenzi Poluha é paranaense, fez mestrado na Universidade Estadual de Maringá e doutorado na FOB-USP.Também vou falar com orgulho que foram meus alunos nos cursos do Bauru Orofacial Pain Group, sob coordenação, claro, do Prof. Paulo Conti.

Link para ebook “Toxina Botulínica: aplicações além da estética”: https://txbalemdaestetica.wixsite.com/txbaade

Link para artigos produzidos pelos convidados sobre o tema:

– De la Torre Canales G, Alvarez-Pinzon N, Muñoz-Lora VRM, Vieira Peroni L, Farias Gomes A, Sánchez-Ayala A, Haiter-Neto F, Manfredini D, Rizzatti-Barbosa CM. Efficacy and Safety of Botulinum Toxin Type A on Persistent Myofascial Pain: A Randomized Clinical Trial. Toxins (Basel). 2020 Jun 15;12(6):395. doi: 10.3390/toxins12060395 PMID: 32549196; PMCID: PMC7354430. – https://www.mdpi.com/resolver?pii=toxins12060395

– De la Torre Canales G, Bonjardim LR, Poluha RL, Carvalho Soares FF, Guarda-Nardini L, Conti PR, Manfredini D. Correlation Between Physical and Psychosocial Findings in a Population of Temporomandibular Disorder Patients. Int J Prosthodont. 2020 Mar/Apr;33(2):155-159. doi: 10.11607/ijp.5847. PMID: 32069339. – https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32069339/

– De la Torre Canales G, Poluha RL, Lora VM, Araújo Oliveira Ferreira DM, Stuginski-Barbosa J, Bonjardim LR, Cury AADB, Conti PCR. Botulinum toxin type A applications for masticatory myofascial pain and trigeminal neuralgia: what is the evidence regarding adverse effects? Clin Oral Investig. 2019 Sep;23(9):3411-3421. doi: 10.1007/s00784-019-03026-4. Epub 2019 Jul 24. PMID: 31342244.- https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31342244/

– De la Torre Canales G, Câmara-Souza MB, do Amaral CF, Garcia RC, Manfredini D. Is there enough evidence to use botulinum toxin injections for bruxism management? A systematic literature review. Clin Oral Investig. 2017 Apr;21(3):727-734. doi: 10.1007/s00784-017-2092-4. Epub 2017 Mar 2. PMID: 28255752. – https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28255752/

– Botulinum toxin-A injections as therapy for chronic painful post-traumatic trigeminal neuropathy: case report. – https://doi.org/10.14295/bds.2020.v23i1.1800

Fale comigo: ⁃    Email: juliana.dentista@gmail.com ⁃    Instagram: http://www.instagram.com/dtmdororofacial ⁃    Twitter: http://www.twitter.com/dororofacial ⁃    Lista de transmissão no Whatsapp: http://bit.ly/julianadentista – Canal Telegram: https://t.me/dororofacial

No podcast: tricô bruxista!

Roberto Garanhani e Adriana Lira… um paranaense catarinense, uma pernambucana mineira, dois amigos queridos que juntos comigo formam o grupo mais ativo no meu whatsapp, o Tricô Bruxista.

E foi lá que surgiu a ideia de gravar este segundo episódio da nova temporada do podcast e, justamente, do nosso assunto favorito depois dos memes e das piadas de whatsapp, bruxismo na vigília. Sim, bruxismo, esta atividade dos músculos da mastigação que, no caso da vigília, acontece quando estamos acordados e se caracteriza por apertar, encostar os dentes ou mesmo manter os músculos contraídos, manter a mandíbula numa mesma posição, sem os dentes encostados.

Um pouco mais sobre os meus convidados de hoje:

Adriana Lira é daquelas pessoas que a gente imagina que o dia tem 48 horas! Professora de graduação e pós graduação da Unicsul, ainda está presente nas especializações em Odontopediatria no IOA-ITC e na Fundecto-USP, no curso Orto na Ped de São Paulo e Belo Horizonte, no CEBDOF, projeto que lida com DTM e Dor Orofacial na infância e Adolescência, coordenadora de comunicação da SBDOF e ainda minha partner nos cursos Dia do Bruxismo e Ciência em DTM! Ufa! Instagram: @odontopediatriaemevidencia

Roberto Garanhani é professor de prótese dentária e oclusão na Zenith em Florianópolis. Tem também um badalado curso de Placas Oclusais com o qual viaja o Brasil todo com agenda lotada! É idealizador de um projeto muito bacana que ele chamou de Placa Social (@placasocial no Instagram) que tenta democratizar o uso da placa, facilitando a confecção e fazendo com que chegue até o serviço público. Além de tudo isso, é a mente pensante por trás de um dos perfis das redes sociais mais curtidos dentro da odontologia, o @oclupro (junção de suas paixões, oclusao e prótese).

Foto da capa:  Ursula Castillo on Unsplash

Fale comigo: ⁃    Email: juliana.dentista@gmail.com ⁃    Instagram: http://www.instagram.com/dtmdororofacial ⁃    Twitter: http://www.twitter.com/dororofacial ⁃    Lista de transmissão no Whatsapp: http://bit.ly/julianadentista

Podcast – Nova Temporada

🎙Primeiro episódio da nova temporada do podcast Por Dentro da Dor Orofacial, agora no formato roda de conversa. 🥳
🎧 já está no Spotify e nos demais sites e apps!
✈️ Estudar, estagiar no exterior… eu acho que este é um desejo de muitos que militam na área de dor orofacial. Mas mais do que isso, já imaginou poder presenciar ou mesmo atender pacientes!? Será que estes atendimentos são iguais ou diferentes do que fazemos aqui? Será que os recursos técnicos e tecnológicos são os mesmos? 🤔
Curiosa e motivada por uma conversa que tive com a amiga Dyna Mara Ferreira que está neste momento na Dinamarca, eu resolvi gravar este bate papo não só com ela, mas com a amiga e ex colega de doutorado em Bauru, Fernanda Sampaio, que fez, olhem só, mestrado em New Jersey, nos Estados Unidos!
👉🏼Um breve resumo do extenso currículo das duas especialistas em dor orofacial:
📍Dyna Mara Ferreira é uma pessoa de olhos bem atentos e bem curiosa! Graduada em Odontologia  pela Facid em Teresina e especialista em Prótese pela São Leopoldo em Fortaleza, Dyna veio um dia acompanhar o ambulatório de dor orofacial coordenado pelo Prof. Paulo Conti em Bauru. Não só gostou do que viu, pelo menos eu acho né, como fez especialização, mestrado, casou e agora está finalizando seu doutorado no grupo!
📍Já a Fernanda Araújo Sampaio Nogueira é um charme só e ficou linda grávida (a última vez que a vi pessoalmente). Graduada pela UNIFOR em Fortaleza, ela fez mestrado na na Rutgers School of Dental Medicine em New Jersey e foi lá que ela conheceu a querida Carolina Ortigosa Cunha. Não sei mas desconfio que foi a ponte para que ela viesse fazer doutorado também na USP Bauru, com professor Paulo Conti. Além disso é diplomada pela Academia Americana de Dor Orofacial desde 2013 e atualmente professora na Unichristus.
👉🏼Todas estas informações foram extraídas do currículo lattes! 📚
Dê um play e depois mande seus comentários!
📸da capa: Brett Zeck on Unsplash
Link para Spotify: https://open.spotify.com/episode/4Hi7akkXKCfZVACGmsRdVT?si=TvVksEVbTUiYSNzqcFXF0A