Valores de procedimento odontológico

Valores de procedimento odontológico

O assunto não é sobre dor orofacial especificamente mas é de interesse de todo o Cirurgião Dentistas e de seus pacientes: os valores de um procedimento odontológico.

Recentemente descobri através do grupo de Ortopedia Funcional dos Maxilares (OFM) no Facebook (já curtiu a página do blog lá? não? aqui ó: www.facebook.com/dorororfacial) que Entidades Odontológicas Nacionais (CFO, ABO, ABCD, etc) em conjunto com as Entidades Nacionais de Especialidades e assessorados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas – FIPE, da Universidade de São Paulo – USP realizaram estudos para determinar os valores de procedimentos odontológicos. Foi realizada uma atualização na forma de valorar os procedimentos, com separação em colunas de honorários e custos operacionais e revisaram toda a nomenclatura dos procedimentos odontológicos, o que incluiu novos procedimentos e especialidades, que não constavam da antiga tabela dos Valores Referenciais para Procedimentos Odontológicos – VRPO.

Esta nova tabela recebeu o nome de Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Odontológicos – CBHPO e o acesso é realizado pelo site: http://www.cbhpo.com.br/index.php

Achei interessante esta classificação pois é possível calcular os valores baseados em uma unidade de serviço (US) nacional, e assim determinar valores de acordo com sua localidade (parece que o valor da US nacional é de 0.68) ou verificar comparativamente com a US do convênio odontológico se realmente vale a pena trabalhar por ele.

Lamento apenas que a especialidade em que atuo, a Disfunção Têmporo-Mandibular e Dor Orofacial (DTM/DOF) aparentemente não foi representada neste processo (se alguém aí souber se foi, deixe recado nos comentários!).

Exemplos:

  • nos procedimentos de diagnóstico, vi consulta odontológica, consulta e planejamento de tratamento, alguns procedimentos de estomatologia, de cirurgia buco-maxilo-facial (CBMF) e nenhum de DTM/DOF
  • há a citação de dispositivos interoclusais como a placa de mordida (órtese miorrelaxante, reposicionadora, cada nome…) mas estão incluídos nos procedimentos de odontologia restauradora e sabemos também que placa não é terapia única para DTM/DOF
  • há a citação ampla de procedimentos cirúrgicos em ATM, mas nada sobre os clínicos
  • sobre os bloqueios, bem ao fim da tabela, há alguma coisa, o que me deixou feliz porque incluiu até os de nervos periféricos, mas faltaram os de ponto gatilho, e ainda, não há valores para isso.

Enfim, acredito que esta tabela ainda possa ser mais atualizada ainda com os procedimentos da especialidade de DTM/DOF. Espero que a representação dos especialistas nesta área pela SBDOF interfira para esta atualização!

Boa semana a todos! Semana que, espero, deve passar rápido com a chegada da festa do Rei Momo! :-)

Bruxismo infantil

Bruxismo infantil

Se há um tema que adoro é bruxismo. Se há um tema que detesto é bruxismo na infância. Vai entender… Confesso que tenho até certa preguiça em conversar sobre isso. Mas diante de tanta informação desencontrada na internet e em palestras que assisti, acho que o tema merece uma abordagem aqui pelo blog.

A começar que quando verifico o que se escreve ou fala sobre bruxismo na infância, percebo que o uso da classificação do bruxismo é ainda menor. Já escrevi aqui, já falei em algumas palestras:  existem tipos diferentes de bruxismo! A abordagem dos pacientes difere conforme o tipo apresentado!

Pouco se sabe sobre bruxismo na infância e acho que realmente é difícil abordar estes pacientes. A maioria das pesquisas, por exemplo, utilizam como método de diagnóstico os questionários, muitas vezes com os pais, o que não deixa de ser um viés importante, por exemplo, pelos aspectos emocionais e afetivos da relação pai e filho que podem influenciar e muito nas respostas.

(Antes que vocês pensem sobre as verminoses/parasitoses e sua relação com o bruxismo, peço que leiam esta outra postagem que escrevi. Continuo com a mesma opinião, e a última pesquisa publicada sobre o assunto, veio da Índia o que reforçou a minha opinião. E não vamos mais falar disso até que nos provem o contrário!  Leiam aqui.)

Busquei algumas informações no capítulo Sleep Bruxism in Children dos autores Huynh e Cuillminault no livro Sleep Medicine for Dentist: a pratical overview para ilustrar esta postagem:

  • Baseado no relato de ranger de dentes, o bruxismo do sono é mais comum na infância (14 a 38%) do que na idade adulta (±8%)
  • A probabilidade da criança ranger ou apertar os dentes é 1.8 vezes maior se os pais estiverem conscientes dos sinais e sintomas de bruxismo
  • A probabilidade do relato de bruxismo aumenta 3.6 vezes se a criança apresenta algum distúrbio psicológico, 1.7 vezes maior se babar (isso mesmo, acho que tem relação com a respiração bucal, o que faz sentido) e 1.6 vezes se for sonâmbula.
  • Crianças com bruxismo tem 16 vezes (!) mais chances de serem ansiosos.
  • Crianças com TDHA – Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade que recebem tratamento com medicações estimulantes do Sistema Nervoso Central (SNC) apresentam prevalência maior de bruxismo (o que pode ter relação com o papel dos neurotransmissores em bruxismo, ainda não estudado em crianças). Os autores enfatizam que neste caso o bruxismo seria secundário!
  • Os fatores genéticos merecem ser mais estudados. Se um dos pais relatam apresentar bruxismo, a criança tem 1.8 vezes mais chance de ser também bruxista (vou culpar minha mãe agora pelo bruxismo e também migrânea herdados!).

Pouquíssimos estudos foram realizados com polisonografia em crianças no intuito de estudar a fisiopatologia do bruxismo do sono infantil. Um dos estudos verificou uma aumento no número de microdespertar, o que associou a problemas comportamentais de atenção. A forma como aconteceu o evento do bruxismo do sono primário é similar ao do adulto. Outro estudo realizado em 90 crianças com cefaleia, verificou associação entre bruxismo do sono e cefaleia tipo tensional.

Agora o que mais chama atenção hoje em dia tanto nos livros como nas pesquisas que pipocam por aí é a relação entre os distúrbios respiratórios e o bruxismo (neste caso o primário é agravado ou o distúrbio do sono tem como consequência um bruxismo secundário).De fato, crianças com obstrução nasal têm prevalência de 62,5% de bruxismo. E já foi demonstrado que há uma redução na prevalência após procedimentos de tonsilectomia (de 45,5 para 11,8%) e adenotonsilectomia (25,7% para 7,1%).  Um estudo feito pela Universidade de Montreal com 604 crianças de 7 a 17 anos mostrou que pacientes Classe II apresentavam chance maior de relato de bruxismo (2.2 para esquelética e 1.9 para dental). Sobre isso, li no mesmo livro acima citado sobre  o papel do cirurgião dentista em detectar o paciente respirador bucal e submetê-lo a tratamento, sobretudo aqueles com atresia maxilar.

Além de tudo observado, para chegar e escrever aqui sobre este tema, li alguns artigos recentes sobre o assunto. Destaco aqui um artigo realizado no Brasil pela equipe do departamento de Pediatria e Ortodontia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) publicado em 2009 que avaliou a prevalência e influência dos fatores psicológicos no bruxismo infantil. Eles encontraram uma prevalência de 35.3% mas não encontraarm associação entre bruxismo, estresse ou gênero, idade e condição social. Crianças com algum tipo de neurose  ou muito responsáveis tiveram duas vezes mais chances de apresentar bruxismo do sono.

Resumindo o que li em alguns artigos: faltam artigos com critérios de diagnóstico válidos (se possível com polissonografia) para estudar o bruxismo em crianças, faltam os pesquisadores classificarem melhor o bruxismo (às vezes não sei do que estão falando, sobre bruxismo em vigília, do sono, primário, secundário…) e o papel da respiração parece ser uma linha de pesquisa interessante para mostrar que isso vai além da casualidade, afinal, quantas crianças hoje em dia não apresentam algum tipo de processo alérgico com obstrução nasal, por exemplo?

Alguém quer escrever mais sobre isso? :-)

Mais sobre bruxismo? Clique aqui.

Lançamento de livro

Lançamento de livro

A dica de hoje veio através do site de eventos da Universidade de São Paulo – USP:

O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) recebe no dia 16 de fevereiro o lançamento do livro Dores Orofaciais: Diagnóstico e Tratamento (Ed. Artes Médicas), de autoria do cirurgião dentista e bucomaxilofacial José Tadeu Tesseroli de Siqueira, e do neurocirurgião e professor titular da FMUSP, Manoel Jacobsen Teixeira.

A obra é considerada a mais completa na área de dor orofacial já publicada no Brasil e busca atender as necessidades tanto da prática médica quanto odontológica, propondo que a dor seja tratada de forma multidisciplinar.

Neste mesmo dia, os médicos divulgarão também as obras Treatment of Peripheral Nerve Lesions – Basic Principles for General Neurosurgeons, de autoria de Mario G. Siqueira, Mariano Socolovsky, Martijn Malessy e B. Indira Devi, e Lesões do Plexo Braquial, de Mario G. Siqueira e Roberto S. Martins.

Mais informações, clique aqui.

E por falar em Dor Orofacial, já está no site da SBDOF (www.sbdof.com) uma página com ficha cadastral para quem se interessar em se associar. Participem!!! :-)

Fundação da SBDOF

Fundação da SBDOF

Olá pessoal! Não morri! O blog está às moscas mas por um motivo mais do que válido: estou ajudando a organizar o site da Sociedade Brasileira de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial, a SBDOF!

A fundação da SBDOF aconteceu no sábado, dia 28 de janeiro, em São Paulo durante o CIOSP. A reunião foi um sucesso! Mais de 110 cirurgiões dentistas, a maioria especialistas na área, estiveram presentes e compartilharam o desejo de participarem. A fundação também foi prestigiada pelo presidente do Conselho Federal de Odontologia, Ailton Diogo Morilhas Rodrigues.

Este é um passo muito importante na divulgação e valorização da especialidade Disfunção Têmporo-Mandibular e Dor Orofacial!

Abaixo os nomes da Diretoria (2012-2014):

Presidente: Paulo César Rodrigues Conti
Vice-Presidente: Simone Carrara
Secretário: Leonardo Trench
Tesoureiro: Rodrigo Weldel
Coordenador da Comissão de Ensino e Pesquisa:Reynaldo Leite Martins Junior
Coordenadora da Comissão de Comunicação: Juliana Stuginski Barbosa
Coordenador da Comissão de Saúde Pública: João Henrique Padula

Conselho Fiscal: Daniela Godói Gonçalves

Para acompanhar as novidades da SBDOF: www.sbdof.com

Para seguir no Twitter: www.twitter.com/sbdof

Dizeres sobre dor

Dizeres sobre dor

Li hoje estes dizeres do Prof. Gary Heir e minha primeira vontade foi de fazer uma camiseta (mas preferi, claro, traduzir e postar aqui, rs…)!

Dá vontade de gritar: “Vejam todos, é o que sempre digo, diagnóstico é o caminho!” E a arte de diagnosticar é um constante caminho de aprendizagem. Por isso, sempre, eu bato na mesma tecla, seja aqui, em postagens em que escrevi sobre anamnese ou diagnóstico diferencial, seja nas comunidades, listas de emails, redes sociais, aulas, palestras, bate papos. De que adianta dominar uma técnica terapêutica se você não conhece as condições onde aplicá-las.

E vamos seguir a vida, estudando e aprendendo, cada dia mais.

Bom final de semana!

Reunião sobre DTM e Dor Orofacial

Reunião sobre DTM e Dor Orofacial

Reproduzo abaixo o comunicado da comissão organizadora da terceira reunião sobre DTM e Dor Orofacial que acontecerá em São Paulo.

Prezado colega,

Em Janeiro de 2012, durante o Congresso Internacional de São Paulo (CIOSP), acontecerá a terceira reunião de especialistas em Disfunção Têmporo-Mandibular  e Dor Orofacial. Esta reunião terá o intuito de discutir a fundação da Sociedade Brasileira de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial (SBDof).

As duas primeiras reuniões foram realizadas em janeiro de 2010 e 2011 por um grupo de especialistas que perceberam a necessidade da divulgação da especialidade. Em 2011, para a segunda reunião, todos os especialistas registrados no Conselho Federal de Odontologia (CFO) foram convidados por carta. Nesta ocasião, o desejo de se estudar a criação de uma entidade de especialistas nessa área foi manifestado pelos que compareceram.

Reconhecemos que a Dor Orofacial e DTM tem representatividade dentro das Sociedades Brasileira de Estudo da Dor (SBED), Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBCe), da Academia Brasileira de Fisiopatologia Crânio-Oro-Cervical (ABFCOC), além de outras associações e entidades ligadas a Odontologia, mas percebemos a necessidade da criação de uma sociedade específica que represente os especialistas e interessados, e que venha para contribuir com o avanço e reconhecimento da especialidade no Brasil, atuando principalmente na área de ensino e de divulgação ética.

Gostaríamos de convidar V. Sa.  a conhecer a proposta, emitir opiniões e sugestões e  a participar desta nova e emergente Sociedade.

A Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas (APCD) gentilmente nos cedeu uma sala em seu prédio central onde a reunião realizar-se-á durante a 30ª edição do Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo (CIOSP),no dia 28 de janeiro de 2012, às 15 horas, no quinto andar do prédio central da APCD, auditório E2. Para o acesso ao local há necessidade do crachá de identificação concedido quando da adesão ao CIOSP, gratuita aos cirurgiões dentistas, e que pode ser realizada pela homepagewww.ciosp.com.br.

Certos de contar com sua presença, agradecemos desde já!

Cordialmente,

Comissão Organizadora da Reunião de Especialistas em DTM e Dor Orofacial

João K. Padula

José Luiz Peixoto Filho

Juliana Stuginski Barbosa

Leonardo Trench

Paulo César Rodrigues Conti

Reynaldo Leite Martins Jr.

Simone Carrara

A comissão organizadora pede para avisar que é indispensável a confirmação da presença pelo site www.sbdof.com

Neste mesmo site é possível a leitura da proposta de estatuto para SBDOF.

Para seguir: www.twitter.com/sbdof

Para curtir: www.facebook.com/sbdof

Estarei lá, sempre na expectativa da maior divulgação da nossa especialidade! :-)

Artigo publicado sobre as atitudes do ortodontista frente a um relato de caso de cefaleia

Artigo publicado sobre as atitudes do ortodontista frente a um relato de caso de cefaleia

Comecei 2012 com uma ótima notícia. Depois de quase um ano e meio o artigo que havíamos submetido à revista JAOS (Journal of Apllied Oral Science) foi finalmente publicado.

O Prof. Reynaldo Leite Martins Jr., principal autor do artigo, escreveu em seu site sobre o assunto e eu vou reproduzir abaixo. Os comentários sobre este texto deverão ser realizados somente no site DTM e Dor Orofacial

Caros colegas: neste mês foi publicado no JAOS-Journal of Apllied Oral Science, um artigo de minha autoria, juntamente com outros colegas (Juliana Stuginski Barbosa (do Blog “Por Dentro da Dor Orofacial”) e Florence de Carvalho Kerber).
Nosso intuito foi testar uma impressão clínica: é frequente o especialista em DTM e Dor Orofacial receber em seu consultório pacientes com as mais variadas fontes de dor, e tratados da única forma que o profissional conhece, sem que haja um cuidado com o fundamental: o diagnóstico. (As vezes isso pode ter resultados graves, como descrevi aqui)

Assim, independente da correta identificação da fonte de dor, poderia haver um viés importante: ortodontistas tratam com dispositivos ortodônticos, ortopedistas funcionais com sua aparotologia característica, protesistas através de desgastes oclusais e placas estabilizadoras, cirurgiões através de artrocentese, reposicionamento do disco, etc…muitas vezes (repito) independente do que esteja causando os sintomas do paciente (?).
Nosso trabalho foi o seguinte: construímos uma Home Page e nela colocamos a descrição fictícia de uma paciente com absolutamente todas as características de “migrânea sem aura” ( a popular enxaqueca) prevista na Classificação Internacional de Cefaléias. Adicionamos uma “mordida cruzada e mordida profunda” como padrão oclusal da paciente, e fizemos duas perguntas:
1) Qual a sua conduta para tratar a queixa de dor desta paciente….e:
2) A sua resposta acima foi baseada no seu aprendizado no seu curso de pós-graduação?
Em seguida, enviamos mais de 1200 emails ao membros da ABOR ( Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial) convidando-os a ler o caso e responder as questões.
Infelizmente as respostas confirmaram a impressão clínica: a maioria dos colegas especialistas que responderam, conduziria (hipoteticamente) o caso de maneira inadequada, ou seja, corrigindo a oclusão da paciente através da combinação de procedimentos ortodônticos e cirúrgicos (!), com o objetivo de tratar a dor da migrânea.

Obviamente, houve uma parcela dos participantes que diagnosticou corretamente a migrânea, e encaminharia a paciente prontamente para tratamento com médico cefaliatra.
O mais preocupante nos nossos resultados, foi o achado que a maioria dos que conduziriam o caso de maneira inadequada declararam que o fariam com base no que aprenderam no curso de especialização; a maioria dos que conduziriam o caso de forma adequada declararam que o fariam com base no que aprenderam fora do curso de especialização. Ou seja: o problema, lamentavelmente, pode estar na formação do Ortodontista.
Particularmente na minha Cidade (Cuiabá) sou frequentemente convidado para ministrar um módulo em cursos de Especialização em Ortodontia, com o assunto “DTM e Dor Orofacial”, para esclarecer os equívocos nesta área, (por exemplo, no Sinodonto-MT, EAPE, Escola de Odontologia…). Vários outros colegas professores nesta área também o fazem em cursos das suas respectivas regiões.
Fica a dica aos colegas que ministram cursos de Ortodontia, no sentido de convidarem os professores de DTM e Dor Orofacial da sua região para uma aula no seu curso. As vantagens são inúmeras, principalmente a de conhecer um pouco mais as particularidades da nossa especialidade, que, acredite, é MUITO diferente da Ortodontia.
O artigo na íntegra pode ser baixado clicando aqui
Esteja a vontade para opinar sobre o assunto no fórum do site DTM e Dor Orofacial.

Prof. Reynaldo Leite Martins Jr.

Os números de 2011

Os números de 2011

Olá! Estou de volta! Ainda no clima de férias, tentando engatar a primeira, mas confesso que está difícil.

E nada melhor do que começar o ano de 2012 relembrando o que deu certo em 2011! :)

O relatório anual do blog mostra que os números foram favoráveis! Durante todo o ano foram mais ou menos 44000 visitas! E o post mais popular foi aquele que continha a entrevista do Prof. Marcelo Bigal, realmente excelente. Vale a pena conferir! 

 

E quais as palavras chave mais procuradas?  Este ano as palavras juliana dentista estiveram na lista! Isso reflete o reconhecimento do blog. Quero aproveitar e agradecer ao amigo Prof. Reynaldo Leite Martins Jr, já que muitas das visitas vem de seu site.

As postagens mais visitadas ainda são de 2010… Acho que o motivo é que são postagens mais básicas, onde explicava um pouco sobre cada tema, o que pode ter aumentado o número de visitantes não profissionais. Neste ano direcionei o blog ao público alvo: os profissionais da saúde o que devo manter em 2012. Talvez, se houver mais tempo, penso que poderia atualizar mais a página voltada a pacientes.

E é isso!!!

Para seguir: www.twitter.com/dororofacial

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Feliz 2012!

 

Anote na sua agenda de 2012: cursos sobre DTM e Dor Orofacial!

Anote na sua agenda de 2012: cursos sobre DTM e Dor Orofacial!

E não é que acabou 2011! Agora é hora de planejar o ano de 2012!

E que tal estudar mais um pouquinho sobre Dor Orofacial? 

As inscrições de diversos cursos já iniciaram! Aproveite!!

Eu tive o prazer de participar ministrando algumas aulas e também na clínica em todos os módulos do curso de Aperfeiçoamento em Oclusão e Disfunção Temporomandibular coordenado pelo Prof. Paulo Conti com apoio do Prof. Carlos Araújo. Foi muito bom! Em 2012, se Deus quiser, continuaremos por lá!

Em Belo Horizonte haverá o curso de aperfeiçoamento coordenado pelo professor e amigo Ricardo Tanus. A aula que ministro neste curso é sobre dores neuropáticas, assunto que adoro! :)

Em Brasília haverá o curso de aperfeiçoamento na ABCD coordenado pelos professores João Henrique K. Padula e Rodrigo Wendel! O curso começa no dia 27 de abril e vai até Dezembro. Já tem data e hora para minha aula sobre bruxismo do sono e também sobre dor neuropática, dia 30 de novembro de 2012 às 8 da manhã! :)

Em Campinas acontece o curso de aperfeiçoamento e também de especialização na ACDC (este foi o curso que eu fiz! :) ) coordenados pelo professor Jorge von Zuben (vejam entrevista dele sobre bruxismo!). O curso de especialização começa em fevereiro e o de aperfeiçoamento em março.

E em São Caetano do Sul, a partir de abril inicia-se também um curso de especialização coordenado pelo Prof. João Paulo Tanganeli.

Estes são os cursos lançados até agora. Para acompanhar os cursos verifique sempre a página de CURSOS DTM E DOR OROFACIAL localizada na aba próximo ao título do blog! ;)

Falando nisso…

Quero aproveitar esta postagem e agradecer publicamente o professor Paulo Conti que neste ano cometeu a loucura em me aceitar como sua aluna no curso de doutorado! Estou vivendo uma fase muito feliz e aprendendo muito com o Prof. Conti tanto em como pesquisar mais e melhor na área de dor orofacial como também aprimorar a docência e o atendimento aos pacientes. Conti, nem sei como agradecer!

Como consequência entrei para uma família nova de pessoas ligadas na dor orofacial! André, Bruno, Carol, Leonardo, Lívia, Priscila e Yuri obrigada por me receberem de braços abertos no grupo de DTM e Dor Orofacial da FOB-USP!

A todos os leitores do blog, obrigada pelos comentários aqui, no twitter, no facebook e pelo email! Em 2012, continuem Por Dentro da Dor Orofacial!

Feliz Natal e um ótimo Ano Novo!!!