Correria!!!

Pessoal, reta final para o I Congresso de Dor Orofacial da SBDOF!

Com isso abandonei completamente o blog! :(

Voltamos com nossa programação normal depois do dia 26 de maio (porque depois do congresso tem cursos em Bauru!!!)

Para aqueles que mandaram emails e comentários, guardei todos e irei responder assim que possível!

Acompanhem a SBDOF: www.sbdof.com

Fui!

Ah! E Feliz dia das Mães!

 

Rapidinhas: livro online sobre dor crônica

Este mês vai ser o mês das notícias rapidinhas.

Explico: dia 17 e 18 de maio haverá o I Congresso Brasileiro de Dor Orofacial da SBDOF, do qual faço parte da comissão organizadora. Estamos a toda com os  preparativos para apresentação de trabalhos, inscrições etc.

Acho que será muito bom!

Depois, dia 22 de maio vou a Bauru para os cursos de aperfeiçoamento e especialização em DTM e Dor Orofacial. Para o aperfeiçoamento não há mais vagas! Mas para especialização há algumas vagas remanescentes. O curso acontece de quarta à noite a sábado pela manhã. Coordenação do Prof. Paulo Conti. Interessados: www.ieobauru.com.br Ainda há o curso em Curitiba que está com vagas abertas. Clique aqui e veja: http://julianadentista.com/cursos-dtm-e-dor-orofacial/

Bem, voltando ao título da postagem, assim, com todos os compromissos, me resta repassar a vocês algumas coisas interessantes que vejo por aí. A de hoje é um livro sobre dor crônica, produzido por médicos americanos do Albert Einstein College of  Medicine of Yeshiva University, Montefiore Learning Network e patrocinado por uma empresa farmacêutica. Eu gostei bastante do conteúdo. Os capítulos se dividem em neurofisiologia da dor, abordagem do paciente (inclusive com protocolos para algumas condições crônicas), farmacoterapia, abordagem psicossocial, terapias, distúrbios do sono, tudo em uma linguagem didática e resumida. Ótimo para uma leitura rápida.

O link para o livro está aqui: http://imn.globalacademycme.com/fileadmin/pdf/imn_supplement_pdf/Midstate_Lilly_Compendium.pdf

Para quem ainda deseja ver mais, dentro do livro há um QR Code (para saber o que é QR Code clique aqui) com link à página do livro onde há mais material, inclusive aulas em vídeos.

Olha o QR aí abaixo! :)

Boa semana produtiva a todos!!!

qr livro

Rapidinhas: esta semana no facebook…

Vi uma postagem do colega Roberto Garanhani de Florianópolis em sua badalada página OcluPro Odontoprótese (com mais de cinco mil pessoas curtindo!) sobre um efeito colateral importante em pacientes que usam placas apenas com apoio em alguns dentes, a longo prazo: a extrusão.

Serve de alerta a todos nós da necessidade de ajustes frequentes de dispositivos interoclusais. O número de pessoas que chegam a mim, utilizando algum dispositivo, e que relatam que o dentista instalou mas nunca mais avaliou é enorme! Somos responsáveis pelos dispositivos e retornos periódicos devem ser previstos e realizados.

Bom domingo!

Segue a figura que chamou minha atenção!

Se estudos mostram semelhanças nos benefícios entre os dispositivos oclusais, que tal selecioná-los avaliando os riscos que estes podem oferecer?

Se estudos mostram semelhanças nos benefícios entre os dispositivos oclusais, que tal selecioná-los avaliando os riscos que estes podem oferecer?

Dr. Siqueira na presidência da SBED

A SBED, entidade que reúne profissionais de diversas áreas da saúde envolvidos na assistência, educação e em pesquisas para o desenvolvimento da atuação em dor, colocou na direção máxima do capítulo brasileiro da IASP, pela primeira vez, um cirurgião-dentista especialista em dor. Mais que representar os odontologistas que estudam o fenômeno doloroso, o Prof. José Tadeu Tesseroli de Siqueira emprestará ao importante cargo associativo suas ímpares qualidades pessoais e profissionais.
Como clínico, pesquisador e professor, coordena há anos o curso de aprimoramento e residência em odontologia hospitalar, da área de dor orofacial, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP). É autor de diversos livros sobre dor e uma invejável coleção de artigos científicos publicados sobre o tema. Dedicado formador de profissionais há mais de trinta e cinco anos, fundou a equipe de dor orofacial no Hospital das Clínicas de São Paulo, além de ter uma linha de pesquisa nesta área. É membro do Centro Multidisciplinar de Dor, vinculado à Divisão de Odontologia e ao Departamento de Neurologia da FMUSP. Defendeu a especialização em disfunção temporomandibular e dor orofacial (DTM-DOF) pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO). Sua carreira e obras são exemplos à odontologia nacional e internacional. Integrou a comissão científica do 14º Congresso Mundial de Dor da IASP, realizado em agosto de 2012, em Milão, na Itália.

O trecho acima é o começo de uma matéria com entrevista com o professor Siqueira no jornal Dor da Sociedade Brasileira de Estudo da Dor (SBED). Destaco que esta é a primeira vez que um cirurgião-dentista assume o cargo máximo da organização, os que nos enche de orgulho.

Ao Dr. Siqueira desejo um mandato com tranquilidade para que muitas realizações sejam tomadas. Continue o brilhante trabalho da SBED no Brasil!

Aqui vai o link para a entrevista toda: http://www.dor.org.br/profissionais/pdf/edicao45_web.pdf

O Jornal da Associação Brasileira de Odontologia destaca o atual presidente da SBED, Dr. José Tadeu Tesseroli de Siqueira.
Para ver a edição completa do jornal ABO (jan/fev/2013 – #141) e a matéria na página 21, acesse: http://bit.ly/12I1RuS.

Eletromiografia: ferramenta de diagnóstico para DTM?

Sempre estou pensando em assuntos que ainda não abordei aqui no blog e hoje recebi via email um artigo que foi publicado há um ano atrás sobre o uso da eletromiografia no diagnóstico das disfunções temporomandibulares (DTM) e pensei: por que não escrever sobre isso?

Bem, vou resenhar então este artigo. O título dele é: Electromyography in diagnosing temporomandibular disorders e foi publicado na revista JADA em Abril de 2012 por professores de Alberta no Canadá.

Para quem não está familiarizado, eletromiografia (EMG) significa o estudo da função muscular através de análises de sinais elétricos produzidos durante a contração muscular.

É uma ferramenta muito utilizada na pesquisa especialmente relacionada a bruxismo e oclusão.

A teoria para qual seria utilizada a EMG no diagnóstico das DTM baseia-se em acreditar que o músculo sensibilizado, dolorido e com espasmo apresentaria um potencial elétrico maior, detectado pela média da EMG. Segundo os autores, o primeiro ponto questionável nesta teoria seria que diagnósticos de tipos de DTM muscular, como dor miofascial ou mialgia centralmente mediada, não seriam resultantes de mioespasmo.

A EMG é uma ferramenta importante e inquestionável na pesquisa e seu papel na rotina do consultório odontológico só vem crescendo desde os anos 50, quando começaram sua utilização. Mas ela seria uma ferramenta eficaz para o diagnóstico clínico, capaz de distinguir portadores de DTM? Esta foi a pergunta dos autores e para respondê-la realizaram uma revisão sistemática.

Dos resultados, farei um resumo. Dentre 164 estudos selecionados, apenas 2 foram incluídos nesta revisão. Os problemas com metodologia de estudo é, infelizmente, frequente nesta modalidade. Além disso, o objetivo era a capacidade desta ferramenta em distinguir um paciente com DTM de uma pessoa sem esta condição. Este fato, claro, contribuiu para o menor número de trabalhos.

Achei interessante a parte em que descrevem valores com relação a EMG. Quando falamos em ferramentas de diagnóstico, é imprescindível falar sobre alguns termos como sensibilidade e especificidade. Mais uma vez, para quem não está familiarizado, sensibilidade é a capacidade da ferramenta em distinguir quem tem a condição, ou seja, expressa em porcentagem a quantidade de pessoas que tem a condição e cujo a ferramenta foi positiva a esta condição. Especificidade descreve em porcentagem quantas pessoas que não tem a condição e a ferramenta conseguiu identificar esta ausência da condição (fui clara? rs).

Pois bem, dentro dos limites do estudo, os autores descrevem que a sensibilidade da EMG no diagnóstico foi baixa, entre 10 a 69%. A especificidade foi vista apenas em um estudo e também foi pobre (67%). Não tenho o número aqui (me cobrem que envio) mas me lembro que a versão modificada para o RDC/TMD (ferramenta clínica de diagnóstico) para diagnóstico de DTM musculares ultrapassa os 80%…

Algo que foi destacado no estudo é que diferenças entre os músculos avaliados e as diferenças entre os fatores biológicos entre os participantes acabam dificultando a comparação dos sinais da EMG.

O artigo levanta outros aspectos como dificuldade de uso do equipamento, treinamento do operador, qualidade metodológica dos estudos, etc. Na conclusão relata que até o presente momento, não há evidências que suportem o uso da EMG no diagnóstico das DTMs.

Mas não é só isso. Há um estudo publicado em 2011 pelo Journal of Oral Rehabilitation  que realizou exatamente uma pesquisa para verificar a acurácia de um equipamento de EMG comercial no diagnóstico de dor miofascial mastigatória em relação ao diagnóstico realizado pelo RDC/TMD. Os dados revelaram que não houve diferença entre pacientes com DTM e pessoas assintomáticas nos valores de EMG em repouso e assintomáticos apresentaram ainda valores maiores quando apertavam os dentes.

A conclusão foi que a EMG não deveria ser utilizada pelos clínicos para identificar estes pacientes, o que coincide com a revisão sistemática.

Eu não uso na clínica para o diagnóstico de DTM, não vejo vantagens. Talvez aparelhos mais simples de se utilizar sejam interessantes para o diagnóstico de bruxismo (e bruxismo não é DTM, diga-se de passagem). Utilizo em pesquisas somente.

Quem quiser emitir sua opinião, os comentários são para isso.

Abraços a todos e vamos curtir o friozinho repentino!

 

 

 

 

Consenso internacional para definição e graduação do bruxismo

Eu sei que prometi escrever sobre o congresso do IADR e farei em breve! Mas o problema é o de sempre, tempo! Meu dia precisava ter 36 horas!!

Acabei de ministrar uma aula sobre bruxismo para a especialização de Prótese e lembrei que ainda não havia postado aqui sobre o consenso internacional sobre bruxismo.

Em janeiro de 2013 foi publicado no Journal of Oral Rehabilitation um artigo que reuniu pesquisadores do mundo todo para definir e graduar bruxismo.

Eles realizaram uma discussão por escrito entre vários experts em bruxismo para formular uma definição em comum e sugerir um sistema de graduação.

Primeiro a definição (Nota: a tradução é livre):

bruxismo.049

Os autores chamam atenção para dois fatos:

  1. Esta definição precisa ser validada
  2. Esta definição pode ser adotada na clínica ou pesquisa e ainda, estimula-se que comecem a separar as duas condições: bruxismo do sono e bruxismo em vigília.

Como comento em minhas aulas, são duas condições distintas com fisiopatologia e tratamento distintos! Precisa-se de mais pesquisas com bruxismo em vigília e quem sabe este consenso não estimule isso, não é?

Com relação à graduação do bruxismo do sono, ele seria:

bruxismo.050

Esta parte eu gostei. Agora os trabalhos de pesquisa realizados apenas com questionário não devem ter como título, por exemplo, “prevalência de bruxismo do sono em…” e sim “prevalência de possível bruxismo do sono…”. Por que isso é importante? Bem, como foi demonstrado nos últimos trabalhos da professora Karen Raphael da Universidade de Nova York (aliás, adorei as aulas dela no IADR, comentarei depois), a grande maioria dos pacientes que relatam apresentar bruxismo não é detectado no exame de polissonografia. Claro que há limitações do exame, como ser realizado num ambiente estranho e da própria condição já que a ocorrência do bruxismo é flutuante e variável entre as noites, mas este achado se repete em vários estudos.

Com relação à graduação do bruxismo em vigília, os autores relatam que seria necessário um exame de eletromiografia mas que este deveria ser realizado combinado com o que chamaram de metodologia de avaliação momentânea ecológica, que permitiria uma estimativa real da frequência de contatos dentários durante o dia (clique aqui para ver um exemplo desta metodologia). Seria mais ou menos como ter um alarme no celular, que quando tocasse o paciente anotaria se está ou não com os dentes encostados. Poderia ser feito um diário (alô pessoal do Desencoste!). Acho que as metodologias para bruxismo em vigília devem ser aprimoradas.

A colega Adriana Lira Ortega que estuda bruxismo infantil postou um slide semelhante no facebook e relatou o quão difícil é ainda enquadrar a criança nesta graduação, afinal é preciso relato da própria ou dos pais.

Enfim, aqui está o link para o paper: http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/joor.12011/abstract

E logo abaixo os autores. Só fera, diga-se de passagem!

Aproveitando esta postagem, entrem no site da SBDOF. Dia 17 de abril vence o prazo para se inscrever com preço menor no I Congresso Brasileiro de Dor Orofacial. O endereço é www.sbdof.com

Abraços!

P.S.: se forem usar as figuras, dêem os créditos a este site! São slides da minha aula! :-)

F. LOBBEZOO*, J. AHLBERG†, A. G. GLAROS‡, T. KATO§,  K. KOYANO¶, G. J. LAVIGNE**,R. DE LEEUW††, D. MANFREDINI‡‡, P. SVENSSON§§¶¶*** & E. WINOCUR†††

*Department of Oral Kinesiology,Academic Centre for Dentistry Amsterdam (ACTA), MOVE Research Institute Amsterdam, University of Amsterdam and VU University Amsterdam, Amsterdam, The Netherlands, †Institute of Dentistry, University of Helsinki, Helsinki, Finland, ‡Kansas City University of Medicine andBiosciences, Kansas City, MO, USA, §Department of Oral Anatomy and Neurobiology, Osaka University Graduate School of Dentistry, Osaka,Division of Oral Rehabilitation, Faculty of Dental Science, Kyushu University, Fukuoka, Japan, **Centre d’e´tude du sommeil, Faculty of Dental Medicine, Universite´ de Montre´al and Hoˆpital du Sacre´-Coeur, Montreal, PQ, Canada, ††Division of Orofacial Pain, Department of Oral Health Science, University of Kentucky, Lexington, KY, USA, ‡‡TMD Clinic, Department of Maxillofacial Surgery, University of Padova, Padova, Italy, §§MINDLab, Center of Functionally Integrative Neuroscience, Aarhus, ¶¶Clinical Oral Physiology, School of Dentistry, Aarhus University, Aarhus, ***Department of Oral Maxillofacial Surgery, Aarhus University Hospital, Aarhus, Denmark and †††Orofacial Pain & TMD Clinic, Department of Oral Rehabilitation, The Goldschleger School of Dental Medicine, Tel Aviv, Israel

 

De um limão sai uma limonada…

Há muito tempo as redes sociais virtuais passaram a fazer parte de nossa vida. Para a especialidade de dor orofacial ja perdi a conta de quantos fóruns, listas de emails, comunidades de orkut, twitter, blogs e agora facebook já participei ativamente, discutindo assuntos ou apenas observando.

No facebook há um grupo ativo e numeroso, o DTM e Dor Orofacial que foi criado pelo colega e professor João Tanganeli. Ao observar o grupo, surgiu a ideia de um editorial sobre a especialidade na revista da APCD central.

A professora Adriana Lira Ortega fez a divulgação ontem do editorial, escrito pelo professor Fausto Mendes que transcrevo logo abaixo. Infelizmente, a revista tem direitos autorais restritos que impede aqui a divulgação na íntegra. Com certeza será uma ótima leitura. Não vejo a hora do meu exemplar chegar aqui no interior!

Texto divulgado por Adriana Lira Ortega e escrito por Fausto Mendes:

Olá colegas! A revista da APCD desse mês tem como capa e enfoque principal a especialidade DTM/DOF. Ficou muito boa e a seção “Excelência em Odontologia” foi escrita pelo colega Leonardo Bonjardim (que não tem foto na edição). 

Transcrevo aqui o editorial do colega Fausto Mendes
“Primeiramente, em nome de todo o Corpo Editorial e do Editor Científico da Revista
da APCD, professor Marcelo Bönecker, gostaria de desejar um maravilhoso 2013 a todos os nossos leitores e colaboradores.
O assunto que será abordado na Matéria de Capa é Dor Orofacial. A ideia sobre este
tema surgiu de um grupo de discussão bastante ativo de uma conhecida rede social. Nesse grupo, os participantes debatem de forma bastante calorosa sobre diversos assuntos relacionados à prevenção e tratamento da Dor Orofacial. Podemos encontrar de tudo: propagandas de produtos e clínicas, divulgação de congressos científicos, técnicas de manejo da dor totalmente desprovidas de qualquer evidência científica, mas também postagens de artigos sérios e condutas clínicas baseadas em evidência. Como o assunto é controverso, cirurgiões-dentistas seguidores de filosofias divergentes batalham defendendo suas crenças e refutando as colocações dos grupos rivais. E o que isso tem de interessante? Além da ideia para essa edição, muitos tópicos são discutidos em alto nível, e é uma forma de levar a boa pesquisa para os clínicos, aproximando a melhor evidência científica da prática clínica.
A aproximação das redes sociais com a pesquisa científica já é uma realidade. Recentemente, li um artigo que mostra que os autores que postam seus artigos nas redes sociais aumentam a chance de serem citados por outras pesquisas. As redes sociais têm se tornado importantes mídias de divulgação da ciência. Há pouco tempo, um pesquisador extremamente produtivo da Odontologia começou a participar ativamente de uma rede social. Agora, entre fotos do neto e garrafas de vinho, posta seus artigos e apresentações mais recentes. Isso proporciona aumento da visibilidade da boa pesquisa. Também ficou famoso o movimento dos cientistas de todo o mundo numa rede social (#overlyhonestmethods), onde eles descreviam de forma bem-humorada alguns detalhes da pesquisa que nunca seriam publicados nos periódicos científicos.
Diante desta nova realidade, os cirurgiões-dentistas e os pacientes são os que mais se beneficiam disso. E a Revista da APCD não fica atrás. Quem tiver interesse em acompanhar as notícias da APCD, incluindo assuntos abordados no jornal e na revista, pode entrar nos seguintes links: www.facebook.com/apcdcentral e @apcdcentral (no Twitter). Junte-se a nós! Você terá acesso às novidades e também poderá se divertir um pouco. Afinal, cientistas possuem vida fora da ciência e podem ser bastante bem-humorados.
Boa leitura!
Fausto Medeiros Mendes
Vice-diretor da Revista da APCD

Fiquei feliz porque conheço todos estes nas fotos e quem escreve (este tal Leonardo Bonjardim, sem foto, rs) é uma das pessoas mais bacanas que já conheci neste meio da dor orofacial! :)

Curso de órtese lingual

Este é para aqueles envolvidos no tratamento das apneias obstrutivas do sono e que já tenham experiência no uso de aparelhos intraorais nestes casos.

O professor Marcelo Quintela me enviou as informações abaixo e achei interessante. Para quem quiser saber mais sobre o curso, entre na página http://www.capacitacaosono.com

Segue o informativo:

Orto & Sono | Educação Continuada divulga:

 

:: CURSO DE HABILITAÇÃO NO TRATAMENTO ODONTOLÓGICO DA SAOS GRAVE | ÓRTESE LINGUAL ::

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

A órtese de controle lingual direto, associada ou não ao avanço mandibular,

tem sido utilizada em ambiente de consultório particular com evidências

clínicas e polissonográficas há mais de 20 anos, em centenas de pacientes

encaminhados com níveis graves da doença.

 

> Um exemplar do AIO com a mola lingual: http://goo.gl/1fv67

 

> Ação evidenciada em exame tomográfico: http://goo.gl/YiZj3

 

> Acesse laudos com os resultados polissonográficos:

• Basal: http://goo.gl/HbM0D

• Em vigência do AIO: http://goo.gl/pyNUP

 

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Venha fazer parte do grupo de profissionais que tem colhido resultados que

ultrapassam os limites possíveis ao avanço mandibular!

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

 

INFORMAÇÕES DO CURSO

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Objetivo: Ensinar mecanismo, construção, instalação e titulação da ÓRTESE LINGUAL de controle lingual direto.

Natureza: Teórica-Clínica-Laboratorial (presencial e EAD).

Público-alvo:  Somente colegas com prática clínico-odontológica em Medicina do Sono.

Data: 25 a 27 de Abril (quinta, sexta e sábado) das 8 às 18 h

Carga Horária: 30h

Vagas: 12

Local: Núcleo-Quatro – Núcleo de Qualificação e Treinamento Odontológico

Av. Brigadeiro Luis Antonio, 4804 | Jardim Paulista – São Paulo

Acesse o mapa: http://goo.gl/hiWlD

Contato para mais informações: cursos@ortoesono.com.br

 

MINISTRADOR

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Jorge Caram e Equipe

> Especialista em Ortodontia

> Profissional certificado em Odontologia na Medicina do Sono pela Associação Brasileira do Sono (ABS)

> Prática clínica em Odontologia do Sono desde 1990

Contato: orteselingual@ortoesono.com.br

 

INSCRIÇÃO

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Investimento, formas de pagamento e inscrições:

Pelo blog: http://www.capacitacaosono.com/

 

APOIO

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Editora Plena - http://www.editoraplena.com.br/

 

ORGANIZAÇÃO

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Orto & Sono | Educação Continuada

Aliando recursos e conhecimentos ortodônticos para o melhor tratamento dos Distúrbios Respiratórios do Sono

http://www.ortoesono.com.br/ | http://www.capacitacaosono.com/ | https://www.facebook.com/ortodontiaesono

Resultado do sorteio

E então chegou o dia de sabermos quem vai levar o livro Dores Bucofaciais: conceito e terapêutica, gentilmente cedido pela editora Artes Médicas!

Pela primeira vez filmei o sorteio, rs… Um tanto quanto amador mas tá valendo!

E o vencedor foi….

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Número 28! Luisa. Só Luisa! Parabéns! Entrarei em contato agora via email! :)

Obrigada aos 349 participantes (não chequei mas acho que foi um recorde para o blog)! E claro, obrigada ao professor Eduardo Grossman e à editora Artes Médicas.