Rapidinhas: vídeo sobre hipnose

Não faz muito tempo que comentei aqui no blog sobre um artigo do grupo da Dinamarca que havia realizado um experimento com hipnose para alterar catastrofização em pacientes com disfunção temporomandibular (DTM). Para quem quiser ler mais sobre o assunto, clique aqui.

Esta semana encontrei no canal Nerdologia no YouTube  um vídeo sobre hipnose bem bacana e esclarecedor sobre o método.

Assistam! O trabalho deles é bem bacana e ilustrativo!

Falando nisso…

Há algum tempo atrás compartilhei também deste canal o vídeo sobre Homeopatia e efeito placebo. Vale a pena ver de novo!

Homeostase e a posição mandibular

Esta semana me deparei com a figura da página Doutor, tenho Dor no facebook:
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O André Porporatti colocou o seguinte texto abaixo da figura:
Uma revisão sistemática da literatura englobou 20 pesquisas diferentes e concluiu que intervenções cirúrgicas não apresentam diferenças nos resultados quando comparadas com terapias conservadoras habituais (não-cirúrgicas) para deslocamento do disco da articulação da mandíbula (disco articular da ATM)

Obviamente, cada caso tem que ser estudado individualmente. E sim, há possibilidades e indicações cirúrgicas para problemas na articulação da mandíbula.

Procure um profissional especialista em DTM e Dor Orofacial.
Referência: Al-Baghdadi M et al. TMJ Disc Displacement without Reduction Management: A Systematic Review. Journal of Dental Research (2014)

Mesmo não abordando especificamente casos cirúrgicos, nem mesmo uma DTM específica, isso me fez lembrar que prometi escrever sobre o trecho final do artigo publicado pelos autores Charles Greene e Ales Obrez na revista Triple O:
Na parte final os autores questionam a real necessidade de reposicionar a mandíbula em casos de deslocamentos de disco em ATM como prevenção em indivíduos assintomáticos e mesmo tratamento para  pacientes com DTM. Os autores enfatizam a necessidade de conhecermos a biologia do sistema mastigatória e como ele funciona ao longo do tempo, especialmente a sua capacidade de adaptação (processo de homeostase). Claro que não negam a existência da degeneração em alguns pacientes (quando o estímulo excede a capacidade adaptativa), e a necessidade de tratamento destes pacientes, mas relatam que de modo geral este sistema funciona de maneira equilibrada, mantendo a mandíbula em uma posição apropriada em relação à maxila (oclusão) e o crânio (ATM).
Remodelação é o termo utilizado para falar sobre o equilíbrio entre a forma e a função.
A remodelação na ATM acontece por mudanças na composição celular das camadas fibrosas articulares da cabeça da mandíbula (condilo) e eminência articular. As células como fibrócitos são eventualmente substituídas por células cartilaginosas. Como as mudanças maxila-mandibulares ocorrem ao longo do tempo com desgaste dentário ou perda dentária, a força aplicada sobre a ATM aumenta e a espessura dos tecidos articulares muda em conformidade a nova situação. Os locais onde a remodelação da ATM ocorrem mais frequentemente são os aspectos posteriores e laterais da cabeça da mandíbula. Estas mudanças acontecem, na maioria dos casos, sem qualquer processo patológico e são indolores. A ATM remodelada também é capaz de continuar sua função apesar da quantidade e localização da pressão biomecânica  Isso explica as diferenças e variações observadas em ATMs tanto no mesmo indivíduo como em pessoas diferentes (e faz refletir se a relação cêntrica existe de forma igual para todos, não?).
A oclusão dentária tem papel crucial nesta remodelação, uma vez que é importante reconhecer que qualquer mudança permanente na morfologia oclusal afeta o crescimento, desenvolvimento e a remodelação tanto da ATM como também dos músculos mastigatórios. A relação entre a ATM e a oclusão em qualquer indivíduo é produto da capacidade adaptativa ao longo da vida. Podemos observar bem este conceito e o quanto o sistema mastigatório se adapta favoravelmente quando várias intervenções irreversíveis são realizadas como ortodontia, reabilitação oral ou cirurgia ortognática.
Mas e sobre o conceito de reposicionar a mandíbula como abordagem preventiva ou terapêutica para DTM? Os autores após toda explanação sobre homeostase afirmaram que se as relações oclusais, musculares e entre côndilo-fossa estão constantemente se adaptando à função atual do sistema mastigatório, então cada relação apresentada pelo indivíduo é, na ausência claro de degeneração e dor, uma relação biologicamente correta.
Assim o termo “má posição mandibular” não deve ser utilizado para explicar a etiologia de uma DTM e assim ser a indicação para uma terapia reposicionadora irreversível, ou seja, não preenche o primeiro critério de necessidade biológica (leia o post anterior para os critérios) que diz que a condição a ser tratada deve ser válida e reconhecida como um problema de saúde.
Os autores também citam algo que para mim foi bem interessante: é importante hoje avaliar os estudos que mostram técnicas para tratamento de DTM com sucesso a luz da homeostase, ou seja, não esquecendo a história natural da condição. Muitos dos estudos realizados hoje deixam este aspecto de lado e supervalorizam as técnicas. (para se pensar…)
Quanto maior a informação relacionada a etiologia e patofisiologia das DTM, especialmente o reconhecimento das disfunções musculares, estiver disponível, mais ficará claro que a taxa de custo/benefício da abordagem conservadora significantemente aumentará. Os autores encerram o artigo relatando os protocolos de tratamento conservadores e enfatizando o custo financeiro que muitas vezes o paciente arca com tratamentos irreversíveis, sem benefício superior.
Infelizmente hoje ainda não há estes clínicos, técnicos ou exames de imagem que possam dizer que o paciente necessite de uma abordagem como esta na prevenção de DTM (os testes são muito sensíveis mas pouco específicos!). E isso chama a atenção e cruza com o que o André citou lá na figura acima, que nem todo o disco precisa ou até mesmo, deve ser recapturado. Bem, tentei passar alguns trechos desta revisão complexa porém reflexiva sobre os aspectos que envolvem uma técnica muito utilizada ainda.
Como eu relatei, destaquei só alguns pontos, para dar um aperitivo e para que vocês busquem ler mais sobre respeito a isso (também vou fazer isso!).
Bom final de semana!! 🙂
 

Recado aos fisioterapeutas

Hoje é dia dos Fisioterapeutas! E eu tenho um recado a eles:

 Leiam este artigo: http://www.springerlink.com/content/9l5750n12566g1g4/fulltext.pdf

E sobre o que é?

Este artigo relata a importância da abordagem multidisciplinar do paciente com cefaleia, do valor significativo da fisioterapia e clama por uma maior divulgação internacional do tema, em hospitais, faculdades e clínicas.

É o que podemos realmente chamar TIME, todos unidos em prol da melhora da qualidade de vida do paciente.

Eu tenho admiração por muitos fisioterapeutas, mas quero agradecer por estarem na minha vida duas delas:

  • Edmara Cristina Salomão, minha amiga querida que despertou em mim o gosto por estudar DTM e Dor Orofacial como já contei aqui.
  • Profa. Dra. Débora Bevilaqua Grossi, pessoa sábia, querida, comunicativa que me ajudou muito quando foi banca do meu mestrado e que sempre traz ideias novas para o estudo da dor e consequentemente para aprimorar o tratamento dos pacientes com cefaleia e DTM. É dela o recado. Ela passou quando palestrou no último congresso do comite de Dor Orofacial da Sociedade Brasileira de Cefaleia.

A Edmara, a Débora, a Thaís, Maria Cláudia, Gabriela Carvalho, Gabriela Ferracini, Anamaria, Lidiane, Harumi, Suzana (Suuuu), Dani Marcelino e a tantos outros fisioterapeutas que fazem parte aqui da minha vida, meus parabéns não só pelo dia de hoje mas pela dedicaçao de toda a vida! Sintam-se abraçados! 🙂

 

Mais do mesmo: efeito placebo

Não quero ser repetitiva mas recebi um comentário no texto sobre efeitos não específicos do tratamento que gostaria de compartilhar com vocês porque sei que a maioria não lê os comentários.

O colega José Luiz Peixoto Filho postou um artigo também muito interessante, cujo autor principal é o Prof. Charles Greene, relator do texto da AADR sobre Disfunções Temporomandibulares (DTM)  publicado aqui no blog há tempos atrás.

Neste texto ele faz uma revisão sobre o efeito placebo em especial na analgesia e discutiu como ele funciona e como o paciente reagem a ele. Em particular gostei da parte em que fala sobre acupuntura e também das placas oclusais.

A boa notícia é que o artigo que foi publicado em 2009 no Journal Orofacial Pain está disponível para download! Não tem desculpas para não ler!

Aqui vai o link: http://www.quintpub.com/userhome/jop/jop_23_2_Greene_Mauro_2.pdf

Abaixo segue um quadro que retirei do texto com mecanismos responsáveis pela resposta positiva sobre três condições: tratamento (tx) ativo, placebo e nenhum tratamento.

E atenção! Várias pessoas me escrevem pedindo para que eu poste mais artigos em Português. Gente, hoje não há mais desculpas com relação à língua! Basta entrar no Google Tradutor, copiar e colar o texto e pedir para traduzir! Ontem li um artigo publicado em alemão assim. Claro que nem todos as frases saem perfeitamente mas dá para entender bem o contexto!

Como eu disse em uma aula recente de metodologia, só não estuda e não se atualiza hoje em dia quem não quer!

Como os leitores tratam o paciente com bruxismo

Vocês devem ser lembrar que alguns dias atrás postei aqui um artigo que relatava como os alemães tratavam os pacientes com bruxismo.

Então coloquei uma enquete para que os leitores deste blog relatassem como eles fariam este tratamento.

Hoje fechei a enquete. Foram 82 votos!

Abaixo os resultados…

Algumas considerações: fiquei surpreendida com o número pequeno de placas de silicone. Pela minha experiência clínica, todos os dias aparecem pacientes que já utilizaram uma, indicada por seu dentista. Talvez possa ser pelo perfil dos leitores deste blog, dedicado a profissionais da saúde que se interessam por esta área. Também, como não são todos dentistas, acho que isso pode ter influenciado a escolha da segunda opção, a de técnica de relaxamento. Aliás, acho que poderia ter feito esta votação com múltipla escolha, já que algumas técnicas se complementam.

Ainda, deveria ter separado também o bruxismo do sono do bruxismo em vigília, o primário do secundário. Da próxima vez farei isso com certeza!

Desculpe mas não compreendo ainda o porquê das terapias oclusais apontadas por 12% das pessoas que responderam a enquete. Também não entendi algumas outras respostas. Acho que devemos procurar o tratamento do bruxismo baseado no que conhecemos de sua fisiopatologia.

Só tratamos o que compreendemos.

Agora, por favor, você que sugeriu soltar as amarras, me conta como é isso!!! 🙂

 

Orçamento grátis

Tudo começou sexta feira quando postei um link sobre dor orofacial no twitter. Na mesma hora recebi uma resposta de um dentista do Paraná assim:

Pensei no quanto conversamos sobre a valorização do Cirurgião-Dentista, da nossa especialidade, das dificuldades que enfrento no meu consultório, e fiquei brava com isso.

Imediatamente o colega Marcelo Cesa, lendo os meus comentários, acionou os odontólogos blogueiros para que escrevessem sobre o assunto.

Vou colocar abaixo trechos destas postagens.

Do Blog do Dentista:

Sem entrar na questões dos médicos, que já resolveram isto há muito tempo, a realidade é que consulta grátis é arma desleal para si próprios e para os outros colegas que MUITOS dentistas utilizam para tentar aumentar a clientela. É óbvio que na maior parte dos casos é apenas um chamariz publicitário, já que acabam empurrando outros tratamentos na consulta grátis, mas nem por isto deixa de ser prejudicial para toda a classe.

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Do Sorriso CASOall:

Muitas vezes se cobramos a consulta, parece que estamos cometendo um crime, mas se você pede para um encanador ir na sua casa, ele vai te cobrar pela visita e depois pelo serviço. Na odontologia quando cobramos a consulta abatemos no serviço, mas a consulta já é um serviço, bastante qualificado, o nosso diagnóstico só é dado por que sabemos onde procurar e o que achar.

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Do Medo de Dentista:

O mais importante e o menos considerado pelo paciente que escolhe dentista pelo valor do “orçamento”: o profissional precisa, munido de todos os dados do exame clínico e dos exames de imagem, PENSAR. Usar o que aprendeu em anos de estudo para determinar as saídas possíveis para o seu caso e, não menos importante, fazer a solução encontrada caber no seu bolso. Afinal, quem paga os nossos honorários é o paciente. Isso tudo demanda tempo, e na Odontologia tempo é dinheiro. Nosso tempo, tanto quanto nosso conhecimento, tem um custo.

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Do Dicas Odonto:

O que eu acho estranho é que nenhum profissional hoje em dia, de nenhuma outra profissão faz orçamento grátis. Quando o técnico vai à sua casa para ver a geladeira ou a máquina de lavar quebrada, ele cobra. Quando você deixa seu notebook ou seu carro para arrumar, não existe orçamento grátis.

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Do Maldito Bruxismo:

A Odontologia ainda tem muito a ganhar com a sedimentação cultural do Especialista em Dor Orofacial.

Ganham os pacientes:

  • com diagnóstico e tratamento de questões até então obscuras.
Ganha a sociedade:
  • com um maior índice geral de funcionalidade orofacial.
Ganham as áreas correlatas:
  • com a possibilidade de um especialista.

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Do Odonto Divas:

Pra começar, direi uma das coisas que mais me irrita na Odontologia: o termo

ORÇAMENTO.

Sem preconceito, mas orçamento eu faço em loja de material de construção!

Se nós, como profissionais da Saúde, queremos ser respeitados no nosso meio e, principalmente, por nossos pacientes, precisamos saber nos VENDER.

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Do Ricardo Dentista:

Agora o fato inquestionável é: o dentista pode até não cobrar pela consulta inicial, mas alguém paga por ela, pode ser o próprio profissional pagando do seu bolso, ou os pacientes que aderem ao tratamento, já que todas aquelas consultas feitas sem cobrar geraram custo e isso é repassado a quem paga pelo tratamento. E isso gera um segundo pensamento, uma consequência do fato: o paciente pode até não ter sido cobrado pela consulta inicial, mas vai pagar por ela de qualquer jeito, afinal ele pode até se negar a tratar com quem cobra pela consulta, mas ele vai ter que se tratar com alguém e vai pagar por isso…

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Do Vida de Dentista:

Talvez você que tá lendo, principalmente se for acadêmico, possa pensar que é fácil mudar essa realidade, bastando para isso os dentistas começarem a cobrar consulta. Mas eu digo que não é fácil não. Pelo contrário. É dificílimo. Dentista não cobrar consulta tá enraizado já na cultura popular. Não é raro se ouvir comadres combinando de ir nesse ou naquele dentista dar aquela olhadinha, afinal de contas, é de graça mesmo, né ???

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Do Ortodontia para Todos:

Incrível como vejo colegas atendendo seus pacientes e dizendo: “Você não tem nada!” Dá três tapinhas nas costas e manda o paciente embora! Consulta grátis! Não sei se percebeu, mas os índices de cárie no consultório particular estão diminuindo paulatina e continuamente e os colegas não tem coragem, ou até acham que cobrar por uma profilaxia, orientação de higiene bucal, ou pedir Rx Panorâmico de controle é errado! Condicionados pelos planos odontológicos que não pagam pela parte mais nobre e que será o futuro da profissão nos próximos anos! A PREVENÇÃO! Você pode não ter percebido isto, mas os empresários dos planos de saúde enxergaram esta falha mercadológica à muito tempo, e estão “sapateando” em cima dos profissionais da área da saúde!

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Do Saudálito:

Mais difícil, entretanto, foi entender que isso partiu des colegas de profissão que, para encherem seus consultórios e clínicas, iniciaram a prática e hoje quem cobra consulta parece um E.T. na multidão.

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Do Victor:

Segundo o Código de Ética da Odontologia, em seu capítulo VII, artigo 12, constitui infração ética:

I –  oferecer serviços gratuitos a quem possa remunerá-los adequadamente;


Li todos as postagens com calma e refletindo sobre cada parágrafo. Eu concordo com o que está escrito no blog Vida de Dentista : parece fácil, mas é dificílimo mudar uma conduta já enraizada, principalmente em alguns centros. E depois do crescente número de convênios odontológicos, percebi que a situação ficou ainda mais complicada.

Quem trabalha de graça é relógio, assim mesmo porque lhe dão corda e ele não faz força.

Enfim, obrigada a todos que escreveram sobre o tema. Aos leitores sugiro visitar os blogs abaixo:

Sorteio – Thermo Maxx!

Atenção!!! Mais um sorteio pintando por aqui!!!

E o prêmio desta vez é um Thermo Maxx! Vocês já conhecem este dispositivo?

Quando eu conheci o Thermo Maxx eu ganhei duas coisas: um exemplar e um amigo, o João Henrique Padula, cirurgião dentista, especialista em DTM e Dor Orofacial de Brasília, que  gentilmente cedeu um para eu experimentar. Eu adorei a praticidade do Thermo Maxx. Bolsas de gel com formato anatômico, acopladas à máscara, permitem que o paciente realize a termoterapia com mais conforto!

Hoje o João me contou que além do uso para DTM muscular e articular, o Thermo Maxx tem sido utilizado também no pós operatório de cirurgias ortognáticas, de exodontia de terceiros molares, cirurgias plásticas, e até mesmo de traumatismo. A utilidade da termoterapia é extensa!

Quando o João me contatou para dizer que poderia ceder um Thermo Maxx para sorteio (eu já tinha cantado a bola faz tempo, rs…), pedi que ele me contasse um pouco da história do dispositivo. Eu poderia relatar mais da minha experiência mas nada melhor do que a palavra do criador do produto!

Segue abaixo o relato:

“A  idéia de contemplar a região dos músculos (masseter e temporal) e a ATM com bolsas de gel, nasceu há 10 anos durante minha especialização na Unifesp. Simples, as bolsas deveriam atingir somente as regiões desejadas, isoladamente ou não. Relatei  a idéia a alguns colegas mais próximos ( Nabor, Anderson e Glauber) , eles riram, balançaram a cabeça, e o almoço terminou. O primeiro desenho ficou engavetado por 4 anos. Retomei o projeto, fiz novos desenhos, fiz a primeira patente  e dei continuidade ao desenvolvimento do produto. Com o primeiro desenho pronto, criou-se o primeiro grande problema: como fixar as bolsas na cinta elástica, e como segurá-las na cabeça? De que tamanho seriam as bolsas?  Imaginava um arco (tipo de fone de ouvido) com as bolsas encaixadas. O projeto precisava  de um desenvovimento mais apurado e técnico. Entrou em ação o NDD ( Núcleo de Desenvolvimento em Design da Universidade de Brasília). Após intermináveis reuniões e 6 meses de  trabalho, chegamos ao produto final. Achava que a parte mais difícil estava pronta. Ledo engano. Após os testes nos pacientes, o produto se transformava novamente. Era preciso também conseguir empresas fornecedoras, viabilizar tecidos, outras patentes, registro da Anvisa, etc. O Thermo Maxx foi apresentado em diversos congresso mas no congresso do ICOT realizado na Bahia no ano passado que recebemos as melhores recompensas. Hoje ele chega modificado (mais prático de se encaixar na cabeça), a espera  de novas transformações…. “

João Henrique Padula

Quer ganhar um Thermo Maxx? E se eu te contar que o vencedor do sorteio ganha o Thermo Maxx personalizado com seu nome e telefone? Que tal?

INSCRIÇÕES ENCERRADAS! CONFIRA O RESULTADO DO SORTEIO AQUI