Rapidinhas: webinar sobre exercícios físicos e dor

Assisti esta aula no Congresso Mundial de Dor e achei muito bacana!

Agora acontecerá dia 18/11 um Webinar (se você não sabe é tipo um seminário via internet).

É gratuito mas você precisa registrar-se. Aproveite que tanto a palestrante como os debatedores são de primeira linha!  Link aqui!

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Rapidinhas: artigos sobre Dor Orofacial gratuitos na IASP

No final do mês passado participei do Congresso Mundial de Dor promovido pela Associação Internacional de Estudo a Dor (IASP). De lá fiz uma transmissão ao vivo, via Periscope e encontrei o Prof. Gary Heir da Rutgers School of Dental Medicine que mandou um recado bem bacana a todos: visitem a página do grupo de Dor Orofacial da IASP! E há um motivo bem bacana para que você faça isso: o grupo disponibilizou textos que recentemente foram atualizados sobre algumas condições de dor orofacial para download! Os textos estão disponíveis inclusive em Português.

Ou seja, não perca tempo, clique aqui e leia já!

#ficaadica

Não deixe de acompanhar as transmissões via Periscope! www.periscope.tv/dororofacial

Outras redes:

Facebook: /dororofacial

Twitter: @dororofacial

Instagram: @dtmdorofacial

Rapidinhas: classificação de dor crônica

Não sei o motivo pelo qual nunca postei aqui, mas revisando hoje para confeccionar o poster que vou levar ao congresso da IASP, entre no site para ler sobre a taxonomia e me lembrei da classificação de dor crônica.

A IASP (Associação Internacional de Estudo da Dor) lançou em 2011 a segunda edição de sua classificação. Acho bacana conhecer não só esta como a Classificação Internacional das Cefaleias para pontuar o que trabalhamos e as condições que podem coexistir em nosso paciente.

Clique na foto para verificar!

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Rapidinhas: vídeo sobre hipnose

Não faz muito tempo que comentei aqui no blog sobre um artigo do grupo da Dinamarca que havia realizado um experimento com hipnose para alterar catastrofização em pacientes com disfunção temporomandibular (DTM). Para quem quiser ler mais sobre o assunto, clique aqui.

Esta semana encontrei no canal Nerdologia no YouTube  um vídeo sobre hipnose bem bacana e esclarecedor sobre o método.

Assistam! O trabalho deles é bem bacana e ilustrativo!

Falando nisso…

Há algum tempo atrás compartilhei também deste canal o vídeo sobre Homeopatia e efeito placebo. Vale a pena ver de novo!

Jornal da SBDOF – quarta edição

Ontem recebi o Jornal da SBDOF (Sociedade Brasileira de DTM e Dor Orofacial) e achei que esta edição ficou bem bacana! Parabéns aos envolvidos!

Dentre o conteúdo, destaco a entrevista concedida pelo Prof. Daniele Manfredini da Itália. O professor relatou sobre  algumas  de suas pesquisas focaram em temas diversos como zumbido e DTM, relação entre postura, oclusão e DTM e toxina botulínica. Sobre estes assuntos professor Manfredini citou recentes artigos publicados pelo seu grupo. Listo abaixo os links dos mesmos:

  1. Prevalence of tinnitus in patients with different temporomandibular disorders symptoms: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27186932 
  2. Dental occlusion, body posture and temporomandibular disorders: where we are now and where we are heading for: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22435603
  3. Efficacy of botulinum toxin in treating myofascial pain in bruxers: a controlled placebo pilot study: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18468272http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18468272
  4. Myofascial pain of the jaw muscles: comparison of short-term effectiveness of botulinum toxin injections and fascial manipulation technique: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22606852

 

O jornal ainda traz algumas resenhas científicas. Destaco a resenha realizada pelo colega Ricardo Aranha que escolheu um artigo sobre o uso de placas estabilizadoras em pacientes com síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS). Esta resenha chamou minha atenção para algo que sempre comentamos no Dia do Bruxismo: a necessidade de diagnosticar e individualizar cada paciente. No caso do bruxismo: verificar se o bruxismo é primário ou secundário, do sono ou da vigília, verificar se há danos ao paciente pela presença da condição e pensar bem na escolha da terapia. Todo cuidado é pouco.

E por fim quero destacar a grande descoberta do ano: professor Paulo Conti citou um estudo em que traz a tona uma nova hipótese para a presença de DTM ser mais frequente em mulheres: elas pescam menos. Será? Destacou em sua “reportagem” os efeitos da pescaria na liberação de endorfinas e modulação da dor. Ele alega ser excelente pescador, a edição alega que ele sabe usar o photoshop. Leia a reportagem e tire suas conclusões!

O jornal ainda tem outras seções bacanas como a jornada musical da dupla Fábio Robles e Marcelo Gomes da Silva, o que o Prof. Yuri Costa está estudando, as resenhas científicas, as perguntas aos sócios sobre os temas viscossuplementação e zumbido com participação de Rodrigo Wendel, Daniel Bonotto, Marta Rampani e Priscilla Hilghenberg, entre outros.

Muito conteúdo! Leia!

Parabéns a todos os envolvidos nesta edição, sobretudo ao esforço do Reynaldo Leite Martins Junior em editar o jornal!

Para quem quiser ler, clique no link: http://sbdof.com/jornal-da-sbdof/

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Ou faça download da versão em PDF clicando aqui: jornal sbdof 4

Aproveito a postagem para avisar que irei atualizar em breve a página de Cursos e Eventos em que vou participar! Este ano ainda promete muitas aulas! Para quem se interessar:

 

  • 01/09: Florianópolis – Curso de Atualização em DTM e Dor Orofacial com 10 módulos coordenado pelo Prof. Paulo Conti e por mim e com participação dos professores Rafael Santos Silva e Roberto Garanhani. Últimas vagas!! www.abosc.com.br
  • 09/09: Joinville – Dia do Bruxismo! Saiba mais em www.diadobruxismo.com
  • 16/09: Campinas – Curso de um dia sobre DTM. Irei abordar aspectos sobre diagnóstico e tratamento e mostrar um pouquinho do que fazemos em Bauru. O curso terá um material online dedicado e demonstração de atendimento. Mais detalhes em www.imajon.com.br
  • 13 e 14/10: Ribeirão Preto: Congresso Brasileiro de Cefaleia e Congresso do Comitê de Dor Orofacial . Estarei lá para palestrar sobre a relação DTM e Bruxismo. www.sbcefaleia.com
  • 27/10: Palmas:  Meeting Internacional Odontológico do Tocantins – vou falar de um tema que gosto muito – as dores persistentes pós tratamento odontológico e quando são atribuídas a problemas neuropáticos. Mais informações: http://meeting.abo-to.org.br
  • 05/11: Recife – Dia do Bruxismo! Saiba tudo sobre este dia em www.diadobruxismo.com

 

 

É preciso falar sobre xerostomia e ardência bucal

É inacreditável a quantidade de emails que recebo de pessoas que estão sofrendo de ardência bucal no Brasil, Portugal, Angola e Cabo Verde. E isso tudo porque em 2010 escrevi dois artigos sobre ardência bucal aqui no blog.

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De lá pra cá tenho a sensação de que o desconhecimento ainda paira sobre este assunto.

E pelos emails que recebo, cheguei a conclusão que os colegas dentistas ainda não se habituaram a investigar esta queixa e também, a observar a ocorrência de xerostomia em seus pacientes.

Semana passada estive em Belo Horizonte falando sobre Síndrome da Ardência Bucal. Não é a primeira vez claro que ministro esta aula, mas foi a primeira vez em que dei foque principal não à SAB e sim a Xerostomia (boca seca).

E por que?

Porque é este o problema mais frequente e responsável pela queixa de ardência bucal entre os emails e também pacientes que atendo.

A SAB é rara.

Eu não sei se os alunos curtiram, mas eu achei muito bom falar sobre este assunto e, inclusive, melhorou a minha prática clínica. Estou ainda mais atenta!

Na busca de atualizar os slides encontrei muito material bacana e dentre os artigos que li, quero destacar o consenso da ADA – American Dental Association – sobre o assunto. Bem completo, segui com ele para preparar alguns slides que irei disponibilizar abaixo para vocês. Sugiro a leitura!

A Xerostomia pode ser provocada por diversos fatores como problemas sistêmicos, medicamentos ou radioterapia.

Por que incomoda tanto? Porque reduz a secreção de saliva e sabemos da importância desta na mastigação e deglutição. Além disso a saliva lubrifica os tecidos orais e mantém o pH equilibrado. Um fato importante a ser observado é que a hipossalivação provoca alterações no paladar, assim como as observadas na SAB.

Entre estas causas colocadas, quero destacar a xerostomia por efeito medicamentoso. A grande maioria dos casos se encaixa nesta categoria.

Vários são os medicamentos que podem levar a xerostomia como efeito colateral.

Dentre eles:

  • Anti colinérgicos
  • Anti histamínicos
  • Anti hipertensivos: inibidores da enzima angiotensina, bloqueadores do receptor de angiotensina, alfa e beta bloqueadores adrenérgicos, diuréticos
  • Opióides
  • Antidepressivos, antipsicóticos
  • Relaxantes musculares

Vejam quantos medicamentos que usamos até no tratamento da DTM, não?

É claro que o efeito é diferente de pessoa para pessoa! Nem todos que ingerem estes medicamentos apresentam xerostomia.

Você pode pensar: para tratar basta que troquemos as medicações! Mas isso muitas vezes não é possível!

Super importante: se seu paciente lhe procurar com ardência bucal, gaste um bom tempo o avaliando. Ouça sua história, exame, verifique a quantidade de saliva!

Para triagem ou primeiro contato, quatro perguntas podem ser realizadas ao seu paciente:

  1.  A quantidade de saliva em sua boca parece ser pouca?
  2. Quando você se alimenta a quantidade de saliva parece ser pequena?
  3. Você ingere líquidos para ajudar a engolir alimentos secos?
  4. Você tem dificuldade para engolir?

Acenda a luz amarela se a resposta for sim a qualquer das perguntas acima.

Fique atento aos sinais e sintomas de xerostomia. Veja os slides abaixo! Não se admire se encontrar dentes desgastados…

Na clínica odontológica um exame rápido, indolor e de baixo custo é a  sialometria  que quantifica a saliva em repouso e a saliva estimulada e comprovar que a xerostomia está presente.

Existem vários métodos pelo qual pode ser realizado. Vejam a tabela abaixo.

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Fonte: Sialometria: aspectos de interesse clínico. Rev. Bras. Reumatol. vol.53 no.6 São Paulo Nov./Dec. 2013 http://dx.doi.org/10.1016/j.rbr.2013.03.001

Eu faço o método de drenagem ativa e depois estimulo a produção de saliva através de ácido cítrico. Os dois métodos por 5 minutos. Coleto em um medidor graduado.

Os valores aceitáveis são mínimo de 0.3 a 0.5 ml/min para drenagem ativa e mais do 1 ml/min na estimulada.

É possível trazer conforto ao paciente com ardência bucal por xerostomia através do uso de  informação, medidas preventivas (não esquecer que são pacientes mais susceptíveis a cárie, traumas, periodontopatias, desgaste dentário) e  tratamento paliativo com umidificante oral ou saliva artificial em spray ou gel. Em alguns casos, existem gomas de mascar a base de xilitol que podem ser utilizadas. Outros produtos incluem pastas de dentes, bochechos, etc. É possível encontrar produtos de diversas áreas.

O tratamento medicamentoso é apenas utilizado em casos bem específicos.

E LEMBREM-SE: SOMENTE INICIE UM TRATAMENTO APÓS CONSULTAR UM CIRURGIÃO DENTISTA!

Dentre as especialidades odontológicas, a Estomatologia é a mais indicada. No site da Sociedade Brasileira de Estomatologia é possível verificar um indicador profissional: http://www.estomatologia.com.br/profissionais Entretanto há poucos especialistas no Brasil, o que reforça a importância deste texto.

É isso! 🙂

Slides da aula abaixo:

 

 

 

 

O hidratante labial com efeitos indesejáveis

O texto de hoje é sobre uma história que a querida aluna da especialização em DTM e Dor Orofacial, Cristina Penteado, lá em Bauru me contou no último módulo.

Enquanto apresentava um caso clínico para a discussão, a Cris relatou que um dos motivos da indicação ao ambulatório da paciente foram lesões no canto da boca, semelhante a queilite angular.

Achei estranho o fato da paciente ser jovem, com boa saúde bucal e geral (exceto pela cefaleia e DTM).

E foi então que a Cris se revelou excelente profissional, observadora. Ela nos contou que em seu consultório atendeu a dois casos semelhantes. Jovens, boa saúde, mas com lesões ao redor dos lábios e canto da boca, com pele descascando, rachaduras e pequenos sangramentos, sem nenhum motivo aparente identificado.

Ao acompanhar as pacientes até a sala de espera para remarcar suas consultas, ambas apresentaram o mesmo comportamento: abriram a bolsa, retiraram de dentro dela um hidratante labial e aplicaram nos lábios.

O que chamou a atenção da Cristina foi o fato de ser o mesmo hidratante: o famoso EOS americano, conhecido por ser o queridinho das famosas, o inclui Kim Kardashian e Britney Spears.

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Vasculhando a internet, Cristina encontrou em jornais americanos reportagens de usuárias deste hidratante que apresentaram reações semelhantes à de suas pacientes!

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Cabe dizer que a empresa se manifestou conforme abaixo:

EOS issued a statement in defense of its products on Thursday.

‘We firmly believe this lawsuit is without merit,” the statement said. “Our products are made with the highest quality ingredients and meet or exceed all safety and quality standards set out by our industry and validated by rigorous testing conducted by an independent lab. ‘The health and well-being of our customers is our top priority and millions of satisfied customers use our products every day, many of whom take the time to share their experiences with us.”

Segundo o site BuzzFeed em 16/01/2016, consumidoras americanas entraram com o processo judicial contra a empresa.

A blogueira Monica Robo do Monica Loves Makeup apresentou caso semelhante:

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Bem, Cristina pediu que as pacientes suspendessem o uso do hidratante labial imediatamente. E após algumas semanas as lesões desapareceram.

Ao atender a paciente no curso de DTM/DOF em Bauru, Cristina apenas perguntou: você algum hidratante labial?

A mesma abriu a bolsa e adivinhem só qual ela usava! O próprio…

#ficaadica

Vejam os links:

http://www.newsmax.com/TheWire/eos-sued-lip-balm-rash/2016/01/14/id/709474/

http://chinaglazelover.blogspot.com.br/2012/10/my-eos-lip-balms-are-going-in-trash.html

http://www.buzzfeed.com/augustafalletta/mulheres-dizem-que-tom-bolhas-e-erupeoes-apos-usar#.np865WNWw

 

 

 

Rapidinhas: novo vídeo de efeito placebo

Eu assino vários canais de YouTube. A maioria é sobre receitas e maquiagem (#mejulguem) e alguns relacionados aos podcasts que costumo ouvir. Entre os podcasts está o Nerdcast do portal do Jovem Nerd, que ouço às vezes (quando o tema não é game ou RPG, ou algo semelhante).

Dentre a variedade de canais no YouTube do Jovem Nerd, eu só assino um, o canal Nerdologia, feito para explicar cientificamente coisas nerds (imagino a cara da maioria dos meus leitores se perguntando: o que é isso?).

Os vídeos são muito bem feitos e quem é o cientista que produz o conteúdo é o biólogo Atila Iamarino.

Ontem o vídeo trouxe como titulo: Como funciona a homeopatia? Para explicar a homeopatia, Atila recorreu a explicação sobre efeito placebo, enfatizou inclusive o efeito na dor.

Por coincidência, ontem vi também um slide do André Porporatti sobre Placebo, aula que ele vai ministrar hoje a tarde para o pessoal do curso de Atualização em DTM e Dor Orofacial da ABO de Santa Catarina, Florianópolis!

Assista ao vídeo do Nerdologia e depois dê seu pitaco por aqui! 🙂

Eu ia escrever sobre Placebo aqui mas vi que já havia feito duas postagens sobre o tema bem parecidas com o conteúdo que ia expor novamente. Assim, sugiro que, para complementar e entender placebo na Dor Orofacial, clique nos links abaixo:

Bauru Orofacial Pain Group: as publicações de 2015

2016 já está a todo vapor mas eu ainda fiquei com a vontade de fazer mais um retrospectiva (já fiz duas aqui no blog: 10 artigos mais lidos em 2015 aqui no blog e no Journal of Dental Research).
Eu faço parte do Bauru Orofacial Pain Group. Fui aluna do curso de doutorado do Prof. Paulo Conti e hoje continuo ajudando em algumas das pesquisas.
O grupo todo produziu muito em 2015! Foram inúmeros trabalhos apresentados em congresso e ganhamos até um prêmio (melhor trabalho no congresso da AAOP!). Mas são os trabalhos de pesquisa publicados que merecem destaque!
Bauru Orofacial Pain Group-USP_02
Seguem abaixo alguns dos trabalhos publicados com link para o texto completo! Faça download!
  • Primary headaches interfere with the efficacy of temporomandibular disorders management. Link: http://goo.gl/CDd81J
  • Quantitative methods for somatosensory evaluation in atypical odontalgia. Link: http://goo.gl/ixu7D0
  • TMD and chronic pain: a current view. Link: http://goo.gl/TnUA8r
  • Neck disability is associated with masticatory myofascial pain and regional muscle sensitivity. Link: https://goo.gl/YfyRFC
  • Additional effect of occlusal splints on the improvement of psychological aspects in temporomandibular disorder subjects: A randomized controlled trial. Linkhttps://goo.gl/MtAH7l
  • Effect of topical anaesthesia in patients with persistent dentoalveolar pain disorders: A quantitative sensory testing evaluation. Link: https://goo.gl/JgHAnj
  • Management of painful temporomandibular joint clicking with different intraoral devices and counseling: a controlled study. Link: http://goo.gl/UpCwNt
  • Diagnostic Accuracy of Quantitative Sensory Testing to Discriminate Inflammatory Toothache and Intraoral Neuropathic Pain. Link: https://goo.gl/lQ7l7R
  • Headache attributed to masticatory myofascial pain: impact on facial pain and pressure pain threshold. Link: https://goo.gl/CChHig
  • Diagnostic validity of the use of a portable single-channel electromyography device for sleep bruxism. Link: https://goo.gl/EoXNsu
    E 2016 mal começou e o grupo já tem artigos publicados!
    Somatosensory evaluation in Dysfunctional Syndrome patients. Link: http://goo.gl/X2ibiK
    Can palpation-induced muscle pain pattern contribute to the differential diagnosis among temporomandibular disorders, primary headaches phenotypes and possible bruxism? Link: http://goo.gl/7zGWy9
    Parabéns ao Prof. Paulo Conti que coordena o BOFPG, ao Prof. Leonardo Bonjardim e a todo o grupo!! E que em 2016 a lista fique ainda mais longa!
    Falando nisso…
    Prof. Paulo Conti coordena dois cursos para formação de cirurgiões dentistas na área de Dor Orofacial: Especialização e Atualização em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial.
    A especialização inicia em Abril de 2016 e a atualização em 18 de fevereiro!
    A notícia é: as vagas estão quase esgotadas para os dois cursos!!! Então, se você tem interesse de estudar conosco, entre no site http://www.ieobauru.com.br ou entre em contato com a Vivian pelo telefone 14 3234 1919 ou email ieobauru@hotmail.com

Os 10 mais!

Nossa! Já acabou o ano! Como assim?

Eu prometi a mim mesma que seria mais ativa aqui no blog e que faria uma planilha no excel sobre as minhas finanças. Não fiz nem uma coisa, nem outra… #fail

Mas 2016 está aí para a gente começar de novo, não é mesmo?

E hoje fui conferir as estatísticas de 2015 para este blog e…. a visualização aumentou 40%! Fiquei super feliz!

Aproveitei e peguei a lista das postagens mais lidas do Por Dentro da Dor Orofacial. E com vocês, os 10 mais em ordem de visualização (para ver o artigo original, clique no título!):

 

10. Rapidinhas: Ortodontia e sua relação (ou não) com DTM

Postagem rápida sobre um artigo gratuito. Trechinho:

“Dá uma tristeza ter que escrever ainda sobre este tema. Por que tanta gente ainda indica ortodontia para tratamento das mais diversas Disfunções Temporomandibulares (DTM)?

Vários pesquisas já mostraram que Ortodontia não trata, nem previne e nem causa DTM.”

É… e acreditem que fiz uma outra postagem parecidíssima com esta (preciso escrever sobre o que já postei para não esquecer!).

 

09. Odontologia “metafísica”

Este artigo tem um texto muito bom do amigo Yuri Martins Costa. Ele ainda estava em Aarhus na Dinamarca! Yuri também faz parte do Bauru Orofacial Pain Group e tenho o maior orgulho em ter acompanhado seu desenvolvimento na pesquisa!

Trechinho:

“Com isso, a mensagem que gostaríamos de deixar é que cresce constantemente a quantidade de evidências que apontam para efeitos terapêuticos das placas oclusais que vão além da correção ou melhora dos aspectos mecânicos de arranjo oclusal/equilíbrio muscular e envolvem, pelo menos indiretamente, características psicológicas e comportamentais e, por isso, sendo um pouco amplo na definição e com certa dose de exagero proposital, podem ser considerados “efeitos metafísicos”.

 

08. Site bacana com vídeos sobre anatomia e fisiologia

Eu adorei compartilhar este site com vocês. O Armando Hasudungan rabiscava o que aprendia nas aulas de farmacologia. Uniu o talento do desenho ao conhecimento científico. Assistam seus vídeos! Vale a pena!

Trechinho:

“Em seu site encontrei vídeos das mais diversas áreas, divididos por assuntos! Destaco o vídeo sobre mecanismos básicos da dor e como funcionam os anestésicos locais, mas vejam os Neurologia, Farmacologia (há sobre inflamação), Sistema Muscular, ou seja, naveguem por lá que não irão se arrepender!”

 

07. Homeostase e posição mandibular

06. Reposicionar a mandíbula: artigo recente na literatura

Estas postagens foram sobre o artigo “Treating temporomandibular disorders with permanent mandibular repositioning: is it medically necessary? “.

Este foi um ano em que estudei bastante sobre processos degenerativos da articulação temporomandibular (ATM) e este trabalho chamou a minha atenção uma vez que abordou o processo de remodelação e adaptação. Vale a pena ler e reler!

Trechinho:

” Os autores enfatizam a necessidade de conhecermos a biologia do sistema mastigatória e como ele funciona ao longo do tempo, especialmente a sua capacidade de adaptação (processo de homeostase). Claro que não negam a existência da degeneração em alguns pacientes (quando o estímulo excede a capacidade adaptativa), e a necessidade de tratamento destes pacientes, mas relatam que de modo geral este sistema funciona de maneira equilibrada, mantendo a mandíbula em uma posição apropriada em relação à maxila (oclusão) e o crânio (ATM). Remodelação é o termo utilizado para falar sobre o equilíbrio entre a forma e a função.”

 

05. Rapidinhas: Ortodontia e DTM: até quando?

Até quando? Até quando?

Trechinho:

 “Dá uma tristeza ter que escrever ainda sobre este tema. Por que tanta gente ainda indica ortodontia para tratamento das mais diversas Disfunções Temporomandibulares (DTM)?”

 

04. Neuralgia do trigêmeo: podcast e vídeos

Uma lista extensa com vídeos que estão no Youtube e um podcast bem bacana! Material  para quem quer estudar um pouco mais sobre esta condição. Não tem trechinho a ser destacado mas sugiro que você visite a postagem e assista aos vídeos! Vale a pena!

 

03. Síndrome do queixo dormente

Tem certas postagens que me mostram que vale a pena escrever neste espaço. Atendi uma paciente, vi uma condição diferente, estudei, escrevi aqui e confesso que fiquei emocionada (por toda a história envolvida) em ter este artigo no top 3.

Trechinho:

“O profissional que trabalha com dor orofacial deve estar atento a todos os sintomas. Lembre-se das palavras do professor Pedro Moreira Filho, neurologista da Universidade Federal Fluminense: trate de forma típica, aquilo que lhe é típico. Não inicie um tratamento se não tiver diagnóstico.”

 

02. Uso da toxina botulínica nas cefaleias

Ah, esta postagem deu o que falar! Recebi várias mensagens e vários telefonemas e adorei. Pelo menos fiz as pessoas refletirem sobre a indicação correta da toxina!

Nunca inicie um tratamento sem o correto diagnóstico!

Trechinho:

“O Conselho Federal de Odontologia prevê o uso terapêutico da toxina botulínica em procedimentos odontológicos. E então tenho perguntas a você, colega dentista:

 
  1. Você sabe a diferença entre migrânea (enxaqueca), cefaleia tipo tensional e cefaleia por disfunção temporomandibular? Se sabe, diga agora todos os critérios de diagnóstico!
  2.  Você sabe diferenciar uma cefaleia primária de uma cefaleia secundária (causada por algo) que tenham as mesmas características, que podem ser migranosas?
  3. Você sabe o motivo da toxina botulínica ser indicada para o tratamento da migrânea crônica?
  4. E para terminar, você sabe que enxaqueca é sinônimo de migrânea e que não é apenas uma dor de cabeça forte, e sim uma cefaleia primária com fases distintas e fenômenos neurológicos marcantes?
E por fim…. a postagem que foi mais lida por apenas 95 leitores a mais:

01. Neuralgia do trigêmeo no Fantástico!

Saiu na Globo gente! rs… Pois é, aqui no blog vi duas postagens sobre uma mesma condição entre as 5 mais lidas! Eu acho ótimo.

Trechinho:

  “Pois bem, ela perdeu dois dentes e levou um ano sofrendo.

É PRECISO FALAR SOBRE ISSO!

Contem a seus amigos, mostrem a reportagem, leiam sobre o assunto, não deixe isso acontecer! O papel do dentista é conhecer esta condição e encaminhar ao neurologista o mais rápido possível para que se inicie exames e tratamento adequados.

A propósito, o caso da Tatiana é realmente triste pois se trata de neuralgia do trigêmeo refratária ao tratamento, mas a maioria do caso responde bem ao tratamento medicamentoso. A classe farmacológica de primeira escolha recai nos anticonvulsivantes, especialmente a carbamazepina.

Tenho muitas histórias muito parecidas com esta. São casos onde até tratamento para DTM foi realizado por 2 anos! Isso só prolonga o sofrimento do paciente.”

 

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E chegamos ao final de Dezembro, final do ano de 2015, ano de muitos encontros, aulas, estudos, reflexões.

Espero que 2016 seja um ano fantástico para todos e também para a especialidade de DTM e Dor Orofacial! Feliz Natal e um excelente Ano Novo!!!

🙂