Classificação Internacional das Cefaleias – 2013 – versão Beta

Eis que vejo pela página Disfunção Temporomandibulares: esclarecendo a confusão no Facebook que a revista Cephalagia acabou de publicar a versão beta da nova Classificação Internacional das Cefaleias!

Captura de Tela 2013-06-14 às 19.27.37

E quais são as novidades para nós?

1. A sofrível classificação de cefaleia secundária a Disfunção Temporomandibular sofreu mudanças importantes (item 11.7 – páginas 765-766)

11.7 Headache attributed to temporomandibular disorder (TMD)
Description:
Headache caused by a disorder involving structures in the temporomandibular region.
Diagnostic criteria:
A. Any headache fulfilling criterion C
B. Clinical and/or imaging evidence of a pathological process affecting the temporomandibular joint (TMJ), muscles of mastication and/or or associated structures
C. Evidence of causation demonstrated by at least two of the following:
1. headache has developed in temporal relation to the onset of the temporomandibular disorder
2. either or both of the following:
a) headache has significantly worsened in parallel with progression of the temporomandibular disorder
b) headache has significantly improved or resolved in parallel with improvement in
or resolution of the temporomandibular disorder
3. the headache is produced or exacerbated by active jaw movements, passive movements through the range of motion of the jaw and/or provocative manœuvres applied to  temporomandibular structures such as pressure on the TMJ and surrounding muscles of mastication

4. headache, when unilateral, is ipsilateral to the side of the temporomandibular disorder

D. Not better accounted for by another ICHD-3 diagnosis.

Sugiro que leiam os comentários localizados na página 766.

2. Nova classificação para Síndrome da Ardência Bucal (SAB)! Localizada no item 13.10, páginas 781-782. Mais uma vez enfatizando que esta ardência não é secundária a problemas locais como xerostomia, lesões orais e, sistêmicos como diabetes, Sjögren e deficiências vitamínicas.

Description:
An intraoral burning or dysaesthetic sensation, recurring daily for more than 2 hours per day over more than 3 months, without clinically evident causative lesions.

Diagnostic criteria:
A. Oral pain fulfilling criteria B and C
B. Recurring daily for >2 hours per day for >3 months
C. Pain has both of the following characteristics:
1. burning quality
2. felt superficially in the oral mucosa
D. Oral mucosa is of normal appearance and clinical examination including sensory testing is normal
E. Not better accounted for by another ICHD-3 diagnosis.

3. E por último destaco o comentário realizado abaixo do item 13.11 Dor facial persistente idiopática para Odontalgia Atípica na página 782:

The term atypical odontalgia has been applied to a continuous pain in one or more teeth or in a tooth socket after extraction, in the absence of any usual dental cause. This is thought to be a subform of 13.11 Persistent idiopathic facial pain (PIFP), although it is more localized, the mean age at onset is younger and genders are more balanced. Based on the history of trauma, atypical odontalgia may also be a subform of 13.1.2.3 Painful post-traumatic trigeminal neuropathy. These subforms, if they exist, have not been sufficiently studied to propose diagnostic criteria.

O download é gratuito pelo site da revista, basta clicar aqui!

Bom final de semana a todos!

Vídeos do evento de estresse

No final do ano passado comentei aqui a respeito dos eventos sobre Estresse que aconteceram na Faculdade de Odontologia da USP em Novembro.

Pois bem, recebi ontem por email a confirmação de que as aulas do evento já estão online para quem quiser assistir!

Destaco as aulas do professor Peter Svensson, sobre a relação estresse, dor de cabeça e dor cronica e do professor Gary Heir, sobre aspectos psicológicos na dor cronica e da professora Monica L. Andersen sobre estresse e desordens do sono.

Abaixo os vídeos!

Caso não consigam visualizar (estamos com problemas para disponibilizar vídeos aqui no blog), seguem abaixo os links. É possível fazer download dos vídeos para assistir mais tarde!

Prof. Peter Svensson: Estresse, dor cronica e dor de cabeça

Prof. Gary Heir: Aspectos psicológicos da dor cronica

Profa. Monica L Andersen: Estresse e desordens do sono

Rapidinhas: Cefaleia e DTM

Comentei que iria sempre colocar aqui antes de compartilhar no Facebook (Curta a página do blog! www.facebook.com/dororofacial), mas quem resiste ao botão compartilhar?? É bem mais prático e rápido, rs…

Mas antes tarde do que nunca! Esta semana vi uma postagem relatando a comorbidade entre cefaleia e DTM, especialmente as associações encontradas nos estudos epidemiológicos.

Apesar de sabermos que muitos pacientes sofrem com dor de cabeça e dor na face, ainda precisamos aprofundar a discussão. Seria a cefaleia sintoma de DTM ou comórbida a ela? Qual tipo de cefaleia? Qual tipo de DTM? Enfim, precisamos sempre estar atualizados e estudando este assunto!

Muitas perguntas, algumas respostas.

O pessoal da UNESP de Araraquara (Profas. Cinara Camparis e Daniela Godoi e alunas da pós graduação Ana Lúcia Franco e Sabrina Castanharo) publicou uma revisão de literatura em PORTUGUÊS (sem desculpas para não ler, ok) sobre o tema.

O link está aqui: http://rou.hostcentral.com.br/PDF/v37n4a15.pdf

Bom proveito!! 🙂

Questionário traduzido para alodinia

Alodinia – sensação dolorosa causada por estímulo normalmente não doloroso.

Hoje o tema da postagem é esta sensação estranha. Como migranosa (ui) sei bem o que é isso nos dias de crise. Pentear os cabelos se torna tortura. Para alguns usar o óculos. Para aqueles com odontalgia atípica, passar um cotonete no local da dor faz com que a intensidade dispare!

Estímulos dolorosos prolongados ou repetitivos podem levar a sensibilização (termo que descreve  um aumento na resposta neuronal) do SNC. Alodinia é uma manifestação da sensibilização do sistema nervoso central. E este sintoma não está presente apenas em pacientes com cefaleia ou odontalgia atípica e sim na maioria dos que apresentam dor crônica.

A figura acima é muito conhecida de quem estuda dor e mostra a resposta normal a dor (linha azul) e após uma injúria a presença de hiperalgesia e alodinia (linha vermelha). Falando de alodinia, observem que agora um mínimo estímulo (que normalmente não geraria dor) passa a gerar dor, que não tem a intensidade da dor percebida por um estímulo maior, como ocorre na hiperalgesia.

É interessante verificar a presença de alodinia e hiperalgesia nos pacientes antes, durante e após um tratamento, delimitando a área de sua ocorrência.

Uma das formas de se fazer isso no consultório seria utilizando um teste quantitativo sensorial (QST). Na rotina clínica pode se usar passar um pincel ou gaze na face (extraoral) ou o uso de cotonetes ou chumaço de algodão (intraoral). Uma outra forma seria através de questionários.  Na literatura há um questionário validado que verifica não só a prevalência como a severidade da alodinia. É muito interessante seu uso na pesquisa, já que permite a verificação de um grupo grande de pacientes. Este questionário é o 12 item Allodynia Symptom Checklist (ASC-12).

O grande problema é que, vocês podem verificar acima, o questionário está em inglês. Assim, seria necessária uma tradução e validação para verificar se os resultados seriam reprodutíveis na língua portuguesa.

Eis que  Lidiane Florêncio, sob a orientação da querida Debora Bevilaqua-Grossi, resolveu usar este tema para sua dissertação de mestrado! Os profissionais da saúde lhe agradecem! 🙂

O trabalho foi realizado pela Lidiane e a equipe do curso de Fisioterapia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, que desenvolvem pesquisas com alodinia em pacientes com cefaleias e disfunção temporomandibular (DTM) (clique aqui para ver) e contou com o apoio também dos professores Speciali e Marcelo Bigal (neurologistas experts em cefaleia).

O resultado saiu em novembro de 2012 na revista Arquivos de Neuropsiquiatria e todos podem ter o acesso ao artigo por este link: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X2012001100006&lng=en&nrm=iso&tlng=en

E com exclusividade a versão em PDF em português do questionário está aqui no blog!! \o/

Obrigada Debora e Lidiane!

Clique aqui para baixar: versão traduzida ASC-12_2

O escore varia de 0 a 24. Para isso pontue  cada questão da seguinte forma:

  • “esta situação não se aplica a mim” , “raramente” ou “não nunca” = 0
  • “às vezes sim, às vezes não” = 1
  • “a maior parte das vezes” = 2

Some tudo e de acordo com o escore final pode-se classificar o paciente da seguinte forma:

  • Sem alodinia: 0-1
  • Alodinia leve: 3-5
  • Alodinia moderada: 6-8
  • Alodinia grave: 9 ou mais

Leiam mais artigos gratuitos com o uso deste questionário pelos links abaixo:

 

Usem e abusem! 🙂

Grupo de pesquisa de Araraquara é notícia internacional!

Direto do jornal da IASP (Associaçao Internacional de Estudo da Dor):

Brazil Meeting Focuses on Headache
A group of professors and graduate students from the Araraquara Dental School at Universidade Estadual Paulista (UNESP, http://www.foar.unesp.br) in Araraquara, Brazil, studies, researches, and publishes articles about the interaction between temporomandibular disorders (TMD) and headaches. Last month they held a special meeting called “Discussing the role of TMD in the Global Year Against Headache.” During the meeting, Dr. Ana Lucia Franco Micheloni, DDS, MSc (student), Dr. Daniela G. Gonçalves (professor), and Dr. Giovana Fernandes, DDS (student), presented data showing a significant association between TMD and primary headaches, demonstrating the comorbidity of TMD and migraine and indicating that TMD can be a risk factor for chronic migraine.

 

Parabéns Ana Lucia Franco Micheloni, Daniela Godoi Gonçalves, Giovana Fernandes, Cinara Camparis e demais membros da equipe de Araraquara por todo trabalho desenvolvido! E até Milao! 😉

Para ler o newsletter na íntegra: http://enews.iasp-pain.org//AM/Template.cfm?Section=August_2012

 

Sobre dentistas e cefaleias…

Todos os dias recebo vários emails de pacientes com dúvidas a respeito de DTM (enviem mesmo! Eu respondo a todos!). Uma dúvida recorrente, especialmente por parte dos pacientes, é a questão: coloquei aparelho para corrigir minha oclusão na esperança de melhorar minha dor de cabeça e isso não aconteceu, ou melhorou por um tempo e depois voltou, ou melhorou e depois voltou quando tirei o aparelho (as combinações são muitas). Alguns relatam que o profissional que lhe atendeu informou que este tratamento era o adequado para a cefaleia. Claro que há o viés do paciente, mas eu acredito que isso realmente possa estar acontecendo.

Os problemas no parágrafo logo acima são muitos.

Primeiro o despreparo do profissional para atender um paciente com cefaleia. Salvo raras exceções, os dentistas de modo geral não são preparados para avaliar cefaleia. Não aprendem isso na graduação e, aí salvo raríssimas exceções, nem nos cursos de pós graduação, como já falamos aqui.

Segundo as cefaleias podem ser primárias e secundárias, e aquelas atribuídas à DTM ainda precisam ser esclarecidas. Normalmente, por exemplo, uma DTM do tipo muscular pode referir dor para a cabeça (no caso da dor miofascial) ou estar localizada na região temporal. Mas como demonstrado, por exemplo, no estudo da equipe da UNESP de Araraquara, a migranea foi a cefaleia mais associada à DTM em pacientes que procuraram atendimento para dor orofacial.

(Migranea é denominada popularmente enxaqueca e não é sinônimo de dor forte e sim uma condição neurológica!)

Claro que, como duas condições dolorosas associadas, uma pode ser fator perpetuante ou contribuinte para a outra. Assim é importante o diagnóstico e tratamento direcionado às duas condições!

Mas é muito comum mesmo o paciente apresentando migranea com todas as características que lhe são peculiares, receber um tratamento odontológico, seja ortodontia, próteses e implantes, visando não a reabilitação oral e sim a remissão da cefaleia.

Assim, quero aproveitar este espaço para mandar um recado aos meus colegas dentistas:

Primeiro, não proponham tratamento àquilo que vocês não conhecem ou não conseguiram diagnosticar, sobretudo tratamentos invasivos e irreversíveis. Segundo, tenham como melhor amigo o neurologista, especialmente o cefaliatra, com quem vocês possam discutir o caso, o diagnóstico e os tratamentos a serem adotados.  Terceiro, conheçam a Classificação Internacional das Cefaleias, que pode se consultada neste link.

Lembrei-me  agora de um caso que atendi há alguns anos já. O paciente, um senhor de aproximadamente 60 anos, me procurou por estar com cefaleia há alguns meses. Ele relacionou a cefaleia ao uso de prótese total. Quando chegou a mim relatou que já havia passado por alguns colegas. Um indicou o uso da prótese durante o sono, o outro solicitou que retirasse e nenhuma das condutas havia funcionado. Um terceiro solicitou que as trocasse, mesmo com as próteses em boas condições. Então, um amigo o indicou ao meu consultório. Bem, a característica da cefaleia lembrava uma cefaleia trigemino-autonomica. Encaminhei então ao neurologista, para avaliação e conduta do caso, que após alguns exames diagnosticou o paciente com um tumor intracraniano. Reflitam! Este foi um caso raro mas poderia estar no seu consultório como esteve no meu.

Para terminar este “texto desabafo”, vou postar novamente a frase do Prof. Charles Greene que citei na postagem sobre Ortodontia X DTM (para ler clique aqui) com uma modificação:

E o Prof. Charles Greene encerra esta parte do texto com o trecho mais importante na sua opinião: os ortodontistas devem dizer NÃO aos dentistas e pacientes que procuram a Ortodontia como solução para os problemas relacionados a DTM e a CEFALEIA.

Aos pacientes: ouçam sobre dor de cabeça

Eu recebo muitos emails de pacientes em busca de informação sobre Dor Orofacial e que entram aqui e relatam que se decepcionam pois as informações são muito técnicas. Na verdade, eu criei o blog para abrir um canal de comunicação com os profissionais da saúde que lidam com a dor na rotina clínica.

Enquanto não arrumo o tempo necessário para fazer uma página voltada aos pacientes, vou de tempos em tempos, e à medida em que encontrar informações bacanas, colocar alguma coisa aqui com a etiqueta Aos pacientes.

Ontem ouvi a entrevista na CBN concedida pelo médico neurologista Mario Peres , muito conhecido por sua atuação na área de dor de cabeça e achei esclarecedora. Para ouvi-la clique no link: http://cbn.globoradio.globo.com/colunas/consultorio-cbn/2012/03/10/DOR-DE-CABECA-PODE-ESCONDER-PROBLEMAS-GRAVES-DE-SAUDE.htm

E aqui ele fala mais especificamente sobre a enxaqueca (migrânea), também para a CBN: http://cefaleias.com.br/enxaqueca/enxaqueca-dores-de-cabeca-tratamento-da-enxaqueca-na-cbn

Prato cheio para você se informar um pouco mais sobre cefaleia! 🙂

Artigo publicado sobre as atitudes do ortodontista frente a um relato de caso de cefaleia

Comecei 2012 com uma ótima notícia. Depois de quase um ano e meio o artigo que havíamos submetido à revista JAOS (Journal of Apllied Oral Science) foi finalmente publicado.

O Prof. Reynaldo Leite Martins Jr., principal autor do artigo, escreveu em seu site sobre o assunto e eu vou reproduzir abaixo. Os comentários sobre este texto deverão ser realizados somente no site DTM e Dor Orofacial

Caros colegas: neste mês foi publicado no JAOS-Journal of Apllied Oral Science, um artigo de minha autoria, juntamente com outros colegas (Juliana Stuginski Barbosa (do Blog “Por Dentro da Dor Orofacial”) e Florence de Carvalho Kerber).
Nosso intuito foi testar uma impressão clínica: é frequente o especialista em DTM e Dor Orofacial receber em seu consultório pacientes com as mais variadas fontes de dor, e tratados da única forma que o profissional conhece, sem que haja um cuidado com o fundamental: o diagnóstico. (As vezes isso pode ter resultados graves, como descrevi aqui)

Assim, independente da correta identificação da fonte de dor, poderia haver um viés importante: ortodontistas tratam com dispositivos ortodônticos, ortopedistas funcionais com sua aparotologia característica, protesistas através de desgastes oclusais e placas estabilizadoras, cirurgiões através de artrocentese, reposicionamento do disco, etc…muitas vezes (repito) independente do que esteja causando os sintomas do paciente (?).
Nosso trabalho foi o seguinte: construímos uma Home Page e nela colocamos a descrição fictícia de uma paciente com absolutamente todas as características de “migrânea sem aura” ( a popular enxaqueca) prevista na Classificação Internacional de Cefaléias. Adicionamos uma “mordida cruzada e mordida profunda” como padrão oclusal da paciente, e fizemos duas perguntas:
1) Qual a sua conduta para tratar a queixa de dor desta paciente….e:
2) A sua resposta acima foi baseada no seu aprendizado no seu curso de pós-graduação?
Em seguida, enviamos mais de 1200 emails ao membros da ABOR ( Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial) convidando-os a ler o caso e responder as questões.
Infelizmente as respostas confirmaram a impressão clínica: a maioria dos colegas especialistas que responderam, conduziria (hipoteticamente) o caso de maneira inadequada, ou seja, corrigindo a oclusão da paciente através da combinação de procedimentos ortodônticos e cirúrgicos (!), com o objetivo de tratar a dor da migrânea.

Obviamente, houve uma parcela dos participantes que diagnosticou corretamente a migrânea, e encaminharia a paciente prontamente para tratamento com médico cefaliatra.
O mais preocupante nos nossos resultados, foi o achado que a maioria dos que conduziriam o caso de maneira inadequada declararam que o fariam com base no que aprenderam no curso de especialização; a maioria dos que conduziriam o caso de forma adequada declararam que o fariam com base no que aprenderam fora do curso de especialização. Ou seja: o problema, lamentavelmente, pode estar na formação do Ortodontista.
Particularmente na minha Cidade (Cuiabá) sou frequentemente convidado para ministrar um módulo em cursos de Especialização em Ortodontia, com o assunto “DTM e Dor Orofacial”, para esclarecer os equívocos nesta área, (por exemplo, no Sinodonto-MT, EAPE, Escola de Odontologia…). Vários outros colegas professores nesta área também o fazem em cursos das suas respectivas regiões.
Fica a dica aos colegas que ministram cursos de Ortodontia, no sentido de convidarem os professores de DTM e Dor Orofacial da sua região para uma aula no seu curso. As vantagens são inúmeras, principalmente a de conhecer um pouco mais as particularidades da nossa especialidade, que, acredite, é MUITO diferente da Ortodontia.
O artigo na íntegra pode ser baixado clicando aqui
Esteja a vontade para opinar sobre o assunto no fórum do site DTM e Dor Orofacial.

Prof. Reynaldo Leite Martins Jr.

Textos de revisão sobre cefaleia – SBED

Olá pessoal!

Desculpe minha ausência nos últimos dias. Eu tenho um compromisso comigo mesma de manter este blog sempre atualizado mas há momentos que isso simplesmente se torna impossível e o mês de Dezembro, em todos os anos, é um caos. Parece que o mundo vai acabar! Ufa!

Há alguns dias eu vi que a Sociedade Brasileira de Estudo da Dor (SBED), através da equipe do Ambulatório de Cefaleia do HC da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP (Dr. José Geraldo Speciali / Dra. Fabíola Dach / Dr. Roberto Setlin / Dra. Karen Ferreira), fez a tradução dos textos referentes à campanha global da IASP, o ano contra a cefaleia, que eu havia citado aqui no blog. Muita gente reclamou que o texto estava em inglês. Agora não há o porquê não ler!

Os textos são revisões atuais. Para fazer download clique aqui.

Aproveitem! 🙂