Onde eu atendo os pacientes com DTM?

Eu acho que nunca escrevi aqui no blog sobre meus locais de atendimento, apesar de sempre no menu estarem localizados estes endereços.

Mas sabe resolução de 2017? Então, resolvi que neste ano vou divulgar mais os locais onde recebo pacientes ansiosos para o controle de suas dores, disfunções e bruxismo.

Para isso ano passado fiz um site totalmente novo, voltado para o público leigo no endereço: www.dentistajuliana.com.br

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O site é informativo e aos poucos estou atualizando os textos.

Uma das coisas bacanas que resolvi colocar é um teste de sintomas de DTM. Assim, antes da visita, o paciente pode perceber dados relevantes sobre sua queixa.

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Ainda, acompanhando as novas tendências, intensificamos o contato via Whatsapp com números específicos para os dois consultórios. Hoje atendo em Ribeirão Preto e Franca.

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Além deste atendimento particular, faço parte do Bauru Orofacial Pain Group e auxilio atendimentos nas clínicas de DTM e Dor Orofacial no IEO-Bauru uma vez no mês. Lá o atendimento é de baixo custo (mais informações 14-3234 1919).

Assim, caso precisem ser atendidos ou mesmo encaminhar pacientes, estão aí meus contatos!

Falando nisso….

E por falar nos cursos de Bauru, o curso de Atualização em DTM e Dor Orofacial coordenado pelo Prof. Paulo Conti está com vagas quase esgotadas! Corra! Início dia 16/02/2017 e com novidades! 🙂

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Final do ano chegando…

Que tal colaborar para que 2017 seja um ano de paz, de felicidade e de justiça? Dê um presente a humanidade: seja solidário!
Há várias formas de ajudar, na sua rua, no seu bairro, na sua cidade, no seu país! Você pode ser voluntário em um projeto ou, se o tempo estiver curto ou se você não levar jeito para isso, pode contribuir com doações financeiras, mensais ou anuais.
Diversos programas (aqueles que curtimos e compartilhamos nas redes sociais) ajudam pessoas e animais no mundo todo e em nosso país!
Vou colocar abaixo uma lista de sugestões. Deixe nos comentários links para outros projetos! Vamos compartilhar!
 
Desejo um Natal abençoado, e que 2017 seja supimpa para você e sua família! 🙂
 
Aproveite o recesso para também conhecer meu novo site: www.dentistajuliana.com.br
 
E segue a lista!
 
Médicos sem Fronteiras: http://www.msf.org.br
Cruz Vermelha Brasileira: http://www.cruzvermelha.org.br/pb/
Creche que ajudo em Franca: NV Sociedade Solidária
 
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III Congresso Brasileiro de Dor Orofacial

A SBDOF (Sociedade Brasileira de DTM e Dor Orofacial) irá promover o III Congresso Brasileiro de Dor Orofacial em São Paulo, no Hotel Maksoud Plaza, entre os dias 2 e 3 de junho de 2017.

Eu estou ajudando na organização junto com a diretoria da SBDOF ( João Padula, Paulo Cunali e Rodrigo Teixeira), da empresa Interevent e das amigas Liete Zwir e Adriana Lira Ortega! Estamos preparando um evento recheado de palestras com novidades na área.

A notícia é: há valores promocionais para inscrição mas até dia 15/12!!

Assim, corram! A Interevent ainda avisa que o valor pode ser parcelado em 3 vezes e mais, os 150 primeiros inscritos receberão o livro “Disfunções Temporomandibulares: esclarecendo a confusão” de autoria de Reynaldo Leite Martins Junior.

Entre no site e confira!

http://bit.ly/sbdof2017

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Além de conferir todas as informações no site, é possível também submeter o seu trabalho científico! Devo lembro-los que existe um prêmio em dinheiro ao melhor trabalho!

Confira a lista de palestras:

Convidado Internacional:
Profa. Ambra Michelotti – Universidade de Nápoles

– DC/TMD – moving from research to clinic
– TMD and Orthodontics
– The management of TMD: evidence based treatment

Convidado Internacional Homenageado:

Prof. Sandro Palla
Sessão Ponto e Contra Ponto:

Toxina botulínica na DTM:
Moderação e apresentação do tema- Stephanie Teixeira; Ponto e contraponto: João Batista Macedo e Reynaldo Leite Martins Junior

Disfunções Articulares: até que ponto o tratamento é conservador?
Ponto e Conta Ponto: Paulo Conti e Fábio Sato

Palestras e temas: 

– André Porporatti: Dor neuropática pós tratamento odontológico: um problema comum?

– Antônio Sérgio Guimarães: DTM muscular: novos insights

– Bruno Furquim: Fatores genéticos e DTM: qual a importância clínica?

– Cibele Dal Fabbro: A importância do sono no tratamento da Dor Orofacial

– Cesar Waisberg: O movimento: além da anatomia e biomecânica.

– Daniel Bonotto: Dispositivos interoclusais em DTM articular: por que funcionam?

– Daniel Ciampi: Dores crônicas terapias atuais

– Daniela Franzen: Abordagem psicossocial na clínica de dor

– Daniela Godoi Gonçalves: Sensibilização central – como se explicam as dores crônicas

– Debora Bevilaqua Grossi: Mecanismos de dor cervical e sua relação com DTM

– Eduardo Januzzi: Viscossuplementação: quais os resultados clínicos?

– Giovana Fernandes: Bruxismo em Vigília: um novo capítulo na relação com DTM?

– Jorge von Zuben: Comportamento e Neurociência

– José Tadeu Tesseroli de Siqueira: Neuralgia do Trigêmeo: nova classificação, velho problema?

– Leonardo Bonjardim: Testes quantitativos sensoriais – já é possível utilizar na clínica de DTM ?

– Paulo Conti: Cefaléias atribuídas a DTM, contração muscular e dor: uma análise crítica

– Rafael Santos Silva: Farmacologia e DTM

– Ricardo Tanus Valle: Deslocamentos de discos: qual a melhor opção de controle?

– Ricardo Tesch: Reabsorções Condilares – Estratégias Terapêuticas Inovadoras

– Thais Villa: Cefaleias primárias: como reconhecer na clínica

– Vera Lucia Mestre Rosa: Exames de imagem em DTM: quais os avanços no últimos anos?

– Vitor Panhóca: Laserterapia em DTM: existe um protocolo?

E você vai perder? 

#ficaadica

Falando nisso…

Estamos com inscrições para as últimas vagas no curso de Atualização em DTM e Dor Orofacial do Bauru Orofacial Pain Group.

Saiba mais pelo email contato@ieoabauru.com.br ou telefone (14) 32341919

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Aula ministrada sobre Fibromialgia

Em 2013 resolvi montar uma aula sobre Fibromialgia e acrescentar alguns quadros que gosto muito ao contexto! Gostei tanto que 3 anos depois ainda ministro a mesma aula, só atualizando alguns slides.

Fiz uma postagem aqui sobre o assunto e inclusive sobre cada quadro que citei e porque Fibromialgia é tão importante na minha vida. Para ler clique aqui e aqui.

Hoje me lembrei do site Slideshare que permite deixar a aula em slides para visualização. Coloquei a aula para todos vocês!

(Tenho algumas aulas por lá também sobre outros assuntos. Confira no link: http://www.slideshare.net/julianadentista)

E para terminar o assunto, que tal ler alguns artigos recentes sobre fibromialgia e dor difusa? Seguem alguns gratuitos e que tem participação de um dos meus autores favoritos: Prof. Daniel Clauw.

Bom feriado a todos! 🙂

 

Rapidinhas: vídeo sobre hipnose

Não faz muito tempo que comentei aqui no blog sobre um artigo do grupo da Dinamarca que havia realizado um experimento com hipnose para alterar catastrofização em pacientes com disfunção temporomandibular (DTM). Para quem quiser ler mais sobre o assunto, clique aqui.

Esta semana encontrei no canal Nerdologia no YouTube  um vídeo sobre hipnose bem bacana e esclarecedor sobre o método.

Assistam! O trabalho deles é bem bacana e ilustrativo!

Falando nisso…

Há algum tempo atrás compartilhei também deste canal o vídeo sobre Homeopatia e efeito placebo. Vale a pena ver de novo!

Pacientes refratários

Há uma semana estive na Semana Acadêmica Odontológica (SAOJEM) da UFPR em Curitiba falando sobre Bruxismo (obrigada pelo convite pessoal, foi ótimo!) pela manhã e à tarde conversei com os alunos do curso de Especialização em DTM e Dor Orofacial da UFPR (coordenado pelos professores Paulo Cunali e Daniel Bonotto – também foi ótimo pessoal!). O tema desta conversa foi: pacientes refratários.

E preparando o material para levar a Curitiba, eu me lembrei que sempre quis escrever aqui sobre isso. Ainda mais porque um tipo de frase me incomoda muito:

“fulano disse que fez este tratamento porque era a última esperança para sicrana já que ela não responde a nada”

Mas vamos raciocinar, antes de escolher uma técnica alternativa a este paciente, vamos entender: quem é o paciente refratário ao tratamento antes proposto?

Refletindo sobre este assunto, eu me lembrei que há muito tempo havia lido um artigo publicado em 2003 na Neurology com o título: “Why headache treatment fails”. O artigo foi escrito por pesquisadores conhecidos na área da cefaliatria: Lipton, Silberstein, Bigal, Saper, Goadsby.

Reli o artigo e adaptei os 5 quesitos citados por eles à dor orofacial e é sobre os itens deste artigo que escreverei hoje!

 1. O diagnóstico está incompleto ou equivocado

Este é o primeiro e fundamental passo a ser revisto e talvez o que mais acontece. Se o paciente não responde de maneira típica (claro que uns demoram mais do que outros a responderem ao tratamento), reveja seu diagnóstico.

Os autores no texto ressaltam que uma condição pode não ter sido diagnosticada ou ainda confundida com outra com manifestação semelhante. Por exemplo, no caso de Disfunção Temporomandibular (DTM) como os sintomas são muitas vezes flutuantes e são vários tipos de DTM, um tipo pode ficar sem diagnóstico em um primeiro momento.

Também pode acontecer do paciente apresentar outras condições como a neuralgia do auriculotemporal, que pela proximidade anatômica pode ser confundida. Já atendi pacientes que previamente receberam diagnóstico de DTM, foram submetidos a terapias sem respostas, quando na verdade apresentavam, por exemplo, cisto retrofaríngeo, carcinoma espinocelular, hemicrania paroxística, etc. Até necrose pulpar! 

Então, antes de propor qualquer terapia, pare, respire e revise. Repita toda anamnese, o exame físico e solicite exames complementares que achar adequado.

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2. Fatores contribuintes podem não ter recebido atenção

Conduzir uma boa anamnese, com destaque a pontos chave de sua investigação é essencial para identificar fatores que podem perpetuar ou exacerbar crises de dor. Mas muitas vezes ou, por uma falha na ficha clínica, não se pergunta ou o paciente não relata espontaneamente estes fatores.

Os autores no texto destacaram que o uso excessivo de medicação analgésica é um dos vilões para a cronificação da cefaleia. Ainda não há estudos indicando, mas percebe-se que provavelmente o mesmo aconteça com as dores musculoesqueléticas. Pergunte não só quais medicamentos seu paciente faz uso mas também quantos o faz por mês. Não é incomum na clínica de dor orofacial o paciente relatar que faz uso destes medicamentos pelo menos uma vez por dia, totalizando um mínimo de 30 comprimidos/mês, bem a mais do que é aceito pela Classificação Internacional das Cefaleias. Neste mesmo pensamento, o uso abusivo de cafeína também se destaca com relação à cefaleia.

Leve em consideração também o estilo de vida do paciente. Recentemente uma pesquisa realizada pela Paula Jordani e equipe da Faculdade de Odontologia de Araraquara – UNESP mostrou que obesidade está associada a presença de DTM dolorosa. A obesidade é uma doença crônica e extremamente prevalente. Não hesite em encaminhar seu paciente para acompanhamento nutricional.

Fatores emocionais e sociais influenciam também no prognóstico do tratamento. Como é a vida familiar e social do seu paciente? Ele está passando por momentos de estresse?

Considere encaminhar para avaliação com profissional habilitado.

Ele recebeu alguma informação equivocada? Sim, cuidado com a forma com que você explica a situação ao paciente. NUNCA diga que ele vai ficar sem abrir a boca ou que seu queixo vai cair. O paciente acredita em você, não se esqueça.  Coleciono histórias de pacientes que receberam esta informação e chegaram até mim passando por situações como ficar 6 meses sem abrir direito a boca ou até passando dias sem falar para que “seu queixo não caisse”. E pasmem, óbvio que não apresentavam quadro compatível com luxação. Apenas receberam esta informação e não seguiram corretamente as instruções do tratamento anterior por medo. O tal nocebo…

Outros fatores que não podemos esquecer são os relacionados ao sono! O estudo OPPERA mostrou que a presença de Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) está relacionada a ocorrência de DTM. Insônia é uma das condições que mais prejudicam a modulação de dor, o que pode fazer com que os pacientes com DTM, por exemplo, apresentem baixo limiar de dor até mesmo em regiões distantes da face. Não deixe de avaliar a qualidade do sono de seu paciente.

3. Farmacoterapia não adequada

Os autores pontuam que farmacoterapia não adequada pode acontecer se tratamentos inapropriados são selecionados, se uma dose inicial excessiva é utilizada (atenção aos efeitos colaterais), se a dose de tratamento é inadequada, se a duração do tratamento é muito curta, se politerapia é preciso e não foi observado, se o paciente não absorve a medicação e ainda, se o paciente não é colaborador.

Revise as medicações utilizadas (vale lembrar, veja se o seu paciente não faz uso de alguma medicação que não relatou ou mesmo se não abusa de analgésicos). Baseado não em protocolos mas na neurofisiologia da dor crônica, determine a dose e duração do tratamento medicamentoso que será adotado. Apesar da monoterapia ser recomendável, politerapia pode ser necessária. Assim, não se esqueça de revisar as interações medicamentosas, presença condições comórbidas e efeitos colaterais possíveis.

E muito importante: explique direitinho ao seu paciente como o medicamento irá ajudá-lo, quais possíveis efeitos colaterais (destacando que nem todos os pacientes apresentam efeitos colaterais), a segurança do uso do medicamento, que não é para sempre (diga o período previsto) e especialmente: que não existe medicamento forte, e sim medicamento adequado. Não sei se sou só eu mas acho incrível o preconceito que muitos, inclusive profissionais da saúde, tem com fármacos, o que faz o paciente muitas vezes não colaborar com o tratamento. Em algumas condições de dor orofacial, especialmente nas dores neuropáticas, o tratamento farmacológico é o apropriado.

4. Tratamento não farmacológico adequado

Pacientes podem precisar de fisioterapia e também mudar seus comportamentos muitas vezes.

No consultório odontológico orientamos muitas vezes a respeito de exercícios mandibulares, por exemplo. É comum a entrega de uma folha de papel com todos escritos. Mas destaco: faça o exercício junto ao seu paciente, verifique se ele entendeu as orientações e, super importante, nas consultas de retorno cheque tudo novamente. O seu paciente pode ter feito algo errado. Seja na instrução da termoterapia, seja na massagem, seja nos exercícios prescritos, etc.

Também, como colocarei abaixo, outras comorbidades musculoesqueléticas, como cervicalgias, podem contribuir para a refratariedade do paciente. Encaminhe sempre que necessário ao médico e fisioterapeuta para que medidas e orientações adequadas sejam conduzidas. O paciente pode perceber dor na face, mas a origem da dor pode ser no esternocleidomastoideo ou no trapézio (dor miofascial).

5. Outros fatores

É fundamental conhecer outros fatores que possam influenciar na percepção de dor do paciente. Já citei algumas no item 2.

É preciso conhecer as expectativas de seu paciente, se ele está ou não catastrófico ou hipervigilante (existem questionários para isso!).

Catastrofização é um dos fatores mais estudados hoje para se compreender a dor crônica e o que leva a sua perpetuação e, muito importante, qual o prognóstico da terapia adotada. Sugiro que estudem bastante estes fatores.

Além disso, as condições que podem ser comórbidas às condições de dores orofaciais também influenciam no resultado da terapia adotada, muito por compartilharem de passos neurofisiológicos e/ou serem afetadas pelo déficit de modulação de dor.

A presença de depressão e/ou transtornos relacionados a ansiedade sem tratamento adequado é um destes fatores.

Especialmente a DTM muscular pode coexistir em um mesmo paciente com outra condição do grupo das Síndromes Somáticas Funcionais. É importante conhecer quais as condições que participam deste grupo e que podem influenciar seu paciente. Fibromialgia, migrânea, cefaleia tipo tensional, dor lombar crônica, vulvodínia, síndrome da fadiga crônica e síndrome do intestino irritável são algumas destas condições. Nem sempre o paciente já comparece com o diagnóstico prévio destas condições, então cabe ao profissional conhecer os sinais e sintomas das mesmas e encaminhar para avaliação e terapia apropriada.

Lembre-se que DOR + DOR é = a muito mais DOR.

Para quem ficou curioso sobre o artigo, eu não consegui o PDF do mesmo, ele é um pouco antigo (2003 já é antigo, meu Deus!) mas está disponível clicando aqui.

(Queria escrever tantas outras coisas, mas acho que daria um livro! Tá aí um tema para livro não?)

Abraços a todos!!

Ah! Não deixem de me seguir no Periscope! Falei tudo isso e muito mais por lá semana passada! @dororofacial

Curso Aperfeiçoamento em DTM e Dor Orofacial – IEO Bauru

Semana intensa e quente por aqui! Não deu tempo nem de fazer um vídeo mais longo no Periscope (já me segue por lá? @dororofacial)!

Recebi a informação que a procura já começou pelo curso de Aperfeiçoamento em DTM e Dor Orofacial do IEO-Bauru!

Quem acompanha o blog há mais tempo já conhece este curso, não é? Com mais de 10 anos de tradição, professor Paulo Conti está na coordenação deste curso, teórico e clínico.

O curso tem como objetivo oferecer a todos os alunos atualidades com relação a meios de diagnóstico, critérios de classificação, comorbidades e as terapias mais conceituadas de tratamento dentro das disfunções temporomandibulares e dores orofaciais.

Na equipe, além de mim, estão presentes o professor Leonardo Bonjardim, da Fisiologia Oral da FOB-USP (junto com o prof. Paulo Conti, os dois maiores nomes na pesquisa em DTM/DOF do Brasil), Carolina Ortigosa CunhaAndré Porporatti, Yuri Costa, Naila Machado, Fernanda Araújo Sampaio, Dyna Mara FerreiraHenrique Quevedo e o fisioterapeuta César Waisberg, todos membros do Bauru Orofacial Pain Group, para suporte ao curso com aulas teóricas e acompanhamento na clínica.

Além disso sempre temos convidados especiais! Este módulo a professora querida Daniela Godói Gonçalves estará por lá! \o/

O curso tem 11 módulos, de fevereiro a dezembro e todas as datas já estão agendadas! Acontece uma vez por mês, às quintas (8:00 a mais ou menos 20:30 hs) e sextas feiras (8:00 às 18:00).

A quem se destina: cirurgiões-dentistas, fisioterapeutas e fonoaudiólogos. O bacana é que este curso também é voltado para a atualização do especialista em DTM e Dor Orofacial!

Quer saber mais?

Entre em contato com a Vivian no IEO-Bauru pelo telefone 14 32341919 ou site www.ieobauru.com.br

Espero encontrar vários leitores por lá!

Ah! E para quem quer saber sobre a Especialização: nova turma em Abril de 2016!

Conheça também nosso trabalho no Bauru Orofacial Pain Group através da página do Facebook: www.facebook.com/orofacialpain

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Ideias para a coluna “5 PERGUNTAS PARA…”

Olá pessoal!

Quero voltar com a coluna “5 perguntas para…” mas estou passando por uma fase pouco criativa.

Então, vou pedir ajuda a vocês!

Por favor, dêem sugestões pelo formulário abaixo. Pode ser só sugestão de pergunta ou só de entrevistado.

Pretendo fazer algumas entrevistas em vídeo! Já tenho alguns nomes aqui em mente.

Enquanto isso, dê uma olhada nas que fizemos aqui no blog no passado:

Livros indicados em vídeo no Periscope

Já fazia mais de um mês que eu havia instalado o tal aplicativo da moda, o Periscope, no meu celular. Mas nem havia testado. Aí, uma aluna do curso de Atualização em DTM e Dor Orofacial (Acho que foi a Daniele mas estou incerta! Foi Dani? 🙂 )do IEO-Bauru deu a ideia: fazer vídeos pelo Periscope e responder ao vivo as perguntas… hum.
Fiquei com isso na cabeça e resolvi testar e…. ADOREI! kkkk
Para quem ainda não sabe, não viu, o Periscope é um aplicativo da empresa do Twitter. Tem para Android e iOS. Com ele você pode fazer transmissões ao vivo. As pessoas que te seguem por lá assistem na hora, podem fazer perguntas, comentar ou mandar um coraçãozinho (versão fofa do Like do Facebook). Você pode seguir pessoas do seu interesse. Ativando as notificações o aplicativo te avisa das transmissões que estão acontecendo. O vídeo fica disponível por 24 horas! então quem perdeu pode voltar e assistir do começo.
Na quarta-feira assisti a um vídeo da Cris Barts do Mamilos, mostrando o preparo todo para gravar o podcast e pensei, vou fazer um para o blog!
Chamei pelo Whatsapp a turma toda de alunos do IEO, busquei meus livros e com cara de cansaço (tinha voltado de RP), falei por 23 minutos!!!Mostrei alguns dos livros de Dor Orofacial.
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Claro que problemas acontecem! A transmissão caiu 3 vezes por problemas com meu Wi-Fi. 😦
Ia também colocar no YouTube o vídeo mas ele ficou na vertical (acho que não há como filmar na horizontal ainda)…
Mesmo assim, gostei muito da experiência e vou repetir!
Mostrei alguns dos livros que tenho, os que mais leio e consulto. Ainda tenho uns que comprei em versão digital (ebooks) e em breve falarei sobre eles também!
Então, siga-me no Periscope para não perder um vídeo: @dororofacial
(adoro os comentários, mandem!)
Uma das próximas transmissões já tem data e hora: 15/08, a partir das 8:30 hs durante o Dia do Bruxismo em São Paulo! \o/
Vou transmitir a primeira parte (cerca de 15 minutos) em que a professora Adriana Lira Ortega fala sobre Odontologia baseada em Evidências! E claro, quem quiser assistir o curso todo e ainda receber acesso ao material online, entre no site e confira as informações sobre como fazer sua inscrição: www.diadobruxismo.com
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E me pediram para citar aqui os nomes dos livros que mostrei no vídeo! As fotos estão com qualidade duvidosa porque copiei do vídeo! Clique na foto para ir direto ao link!
(links da Amazon, Google,  comprem onde quiserem, ninguém me patrocina, ainda!… hehehe)
Aproveitando: feliz dia dos Pais! 🙂
Boa semana a todos!
Livro mais recente lançado na área. A ideia dos autores foi que o livro atingisse o profissional através de uma linguagem e temática próxima a realidade do dia dia da clínica. O resultado é um livro com temas importantes. de leitura fácil, e com capricho excepcional. A qualidade das figuras é de cair o queixo!

Livro mais recente lançado na área. A ideia dos autores foi que o livro atingisse o profissional através de uma linguagem e temática próxima a realidade do dia dia da clínica. O resultado é um livro com temas importantes. de leitura fácil, e com capricho excepcional. A qualidade das figuras é de cair o queixo!

Amo este livro! Muito! Ele já está quase desmanchando. Não é para quem inicia os seus estudos em Dor Orofacial pois precisa de um conhecimento básico e ele não é específico da área. Assuntos atuais são abordados como genética, sistema autonômico, catastrofização, hipervigilância. Tenho outros livros ótimos da IASP. Vale a pena conhecer todos!

Amo este livro! Muito! Ele já está quase desmanchando. Não é para quem inicia os seus estudos em Dor Orofacial pois precisa de um conhecimento básico e ele não é específico da área. Assuntos atuais são abordados como genética, sistema autonômico, catastrofização, hipervigilância. Tenho outros livros ótimos da IASP. Vale a pena conhecer todos!

O livro começa com uma charge em que o dentista pergunta: "Professores, tenho muitos pacientes com queixas de dor orofacial. O que me aconselham estudar para resolver este tipo de problema?" Veja só, uma pergunta que gera tantos comentários que vira um livro! Todo o profissional interessado na área deveria ler!

O livro começa com uma charge em que o dentista pergunta: “Professores, tenho muitos pacientes com queixas de dor orofacial. O que me aconselham estudar para resolver este tipo de problema?” Veja só, uma pergunta que gera tantos comentários que vira um livro! Todo o profissional interessado na área deveria ler!

Dores Bucofaciais de Bell, livro esgotado. :( Um dos meus favoritos! A parte sobre neurofisiologia da dor é bem bacana!

Dores Bucofaciais de Bell, livro esgotado. 😦 Um dos meus favoritos! A parte sobre neurofisiologia da dor é bem bacana!

Versão em português recentemente lançada! Tradução do Prof. Antônio Sérgio. Livro muito bacana e atual!

Versão em português recentemente lançada! Tradução do Prof. Antônio Sérgio. Livro muito bacana e atual!

Escrevi uma resenha em 2012 sobre este livro no blog. A primeira edição lançada em 2001 foi um livro que li, reli, grifei e aprendi bastante pois até conhecê-lo eu praticamente desconhecia a dor orofacial. Meu conhecimento limitava-se às DTMs. Gosto muito, especialmente do capítulo de Síndrome da Ardência Bucal!

Escrevi uma resenha em 2012 sobre este livro no blog. A primeira edição lançada em 2001 foi um livro que li, reli, grifei e aprendi bastante pois até conhecê-lo eu praticamente desconhecia a dor orofacial. Meu conhecimento limitava-se às DTMs. Gosto muito, especialmente do capítulo de Síndrome da Ardência Bucal!

Mais um da categoria livro quase desmanchando de tanto que leio! É um livro ótimo, básico e objetivo sobre um dos meus assuntos favoritos! Também tenho o ótimo livro Odontologia na Medicina do Sono da professora Cibele Dal Fabbro, mas estava no consultório e não mostrei. Fica a dica!

Mais um da categoria livro quase desmanchando de tanto que leio! É um livro ótimo, básico e objetivo sobre um dos meus assuntos favoritos! Também tenho o ótimo livro Odontologia na Medicina do Sono da professora Cibele Dal Fabbro, mas estava no consultório e não mostrei. Fica a dica!

Este é o livro que indico a quem quer estudar Dor Orofacial. Costumo seguir esta classificação na clínica. Gosto e manuseio muito! Em inglês. Em português ainda somente a quarta edição!

Este é o livro que indico a quem quer estudar Dor Orofacial. Costumo seguir esta classificação na clínica. Gosto e manuseio muito! Em inglês. Em português ainda somente a quarta edição!

Primeiro livro citado, nele iniciei meus estudos! Livro do professor Okeson. Eu tenho a quarta edição, já tive a segunda e hoje está na sétima!!! Preciso atualizar...

Primeiro livro citado, nele iniciei meus estudos! Livro do professor Okeson. Eu tenho a quarta edição, já tive a segunda e hoje está na sétima!!! Preciso atualizar…

Curso Atualização DTM/DOF em Bauru

Sempre encontro colegas que me perguntam a respeito de cursos de atualização/especialização. Eu participo de alguns cursos e mantenho uma página aqui no blog dedicada a divulgá-los.

Este mês começaram as inscrições ao curso de atualização em DTM e Dor Orofacial do IEO-Bauru. Este curso é coordenado pelo Prof. Paulo Conti e conta com a participação de todo o grupo de Dor Orofacial da FOB-USP. São 11 módulos, uma vez por mês, às quintas e sextas feiras, com amplo atendimento a pacientes (só não trabalha quem não quer!) com casos envolvendo DTM e também outras dores orofaciais, como as neuropatias pós tratamento odontológico.

Eu acho que este curso é ideal não só para o dentista que quer ter um primeiro contato com a área, mas para quem já é especialista e busca se atualizar, já que a cada ano a ciência evolui e os resultados mais recentes são apresentados nas aulas teóricas e práticas. Também está aberto a todos profissionais da saúde interessados na área.

Para quem se interessar (valores, calendário, etc), entrem em contato com a Vivian pelo telefone (14) 32341919 ou pelo site www.ieobauru.com.br

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Falando nisso….

E por falar em se atualizar, a Sociedade Brasileira de DTM e Dor Orofacial (SBDOF) já lançou as datas e local do próximo congresso! Eu vou! E… bem, ainda não posso contar. Aguardem as novidades!

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