Caminhada Pare a Dor em Ribeirão Preto

Já falei sobre a caminhada Pare a Dor, uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Estudo da Dor (SBED) aqui no blog. A novidade é que no dia 15 de julho ela acontecerá em Ribeirão Preto!

Por favor, divulguem, compartilhem e compareçam! Serão 2:30 horas de educação para o tratamento e prevenção das dores em geral.

Serão distribuídos camisetas e brindes para todos os participantes.
Quem puder ajudar e não apenas participar, por favor entrem em contato com o Dr. Speciali pelo email speciali@netsite.com.br

 Abaixo alguns dados:

Local: Parque Luiz Carlos Raia (ponto de encontro: Rua Severiano Amaro dos Santos)

Horário: 8h às 10h30

Médico responsável: Prof. Dr. José Geraldo Speciali

Dor persistente nos músculos orofaciais

Dor persistente nos músculos orofaciais: este foi o tema escolhido por um grupo de professores e pesquisadores em Dor Orofacial para escrever uma ótima revisão que fez parte do último número da revista Oral Diseases.

Todo o último número desta revista foi destinado a publicação de revisões sistemáticas e textos sobre direções futuras de práticas especiais, formação e investigação na área de Medicina Oral, produzidos a partir do V Workshop Mundial. O colega Paulo Pimentel também publicou em seu blog, o Medicina Oral, um dos textos publicados nesta edição.

Neste artigo,  os autores sugerem um novo termo descritivo mialgia orofacial persistente: dor persistente nos músculos orofaciais (POMP) e analisam os dados atuais que apóiam a hipótese de que a indução de POMP envolve a interação entre uma fonte nociceptiva periférica no músculo, um componente do sistema nervoso central e déficit na capacidade de modulação da dor. Neste contexto, é amplamente aceito que uma complexa interação de ​​fatores intrínsecos e extrínsecos participem na indução de POMP e de disfunção.

Vale a pena a leitura críica deste artigo publicado por nomes de peso: Benoliel, Svensson, Gary Heir, Sirois, Zakrzewska,  Oke-Nwosu, Torres,Greenberg, Klasser,  Katz e Eliav.

E para nos deixar mais felizes, o acesso aos artigos é gratuito!! Não tem desculpa para não ler. Se não souber inglês, use o Google Tradutor, que a cada dia que passa fica melhor!

Aqui o link para a revista toda: http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/odi.2011.17.issue-s1/issuetoc

 

E vou aproveitar esta postagem para divulgar algumas novidades (olha o merchammmm):

Será que encontro vocês nestes eventos??? 🙂

Boa semana!

Alodínia em pacientes com migrânea e DTM

A equipe do curso de Fisioterapia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto sempre traz resultados de pesquisa interessantes sobre a relação Disfunção Temporomandibular (DTM) e Cefaleias.

Um dos trabalhos que ganhou prêmio durante o V Congresso de Dor Orofacial da Sociedade Brasileira de Cefaleia foi exatamente um dos que este grupo vem produzindo ao longo do tempo. A pós doutoranda Thaís Cristina Chaves, com supervisão da sempre competente Profa. Dra. Débora Bevilaqua Grossi, mostrou que os pacientes com migrânea que apresentavam alodínia cutânea (marcador importante para a cronificação da dor) apresentavam menor limiar de dor ao frio na face e maior frequencia de DTM do que pacientes com migrânea mas sem alodínea.

Relatou Thaís à reportagem:

“A alodínia pode ser considerada um marcador da cronificação da enxaqueca, e os nossos dados sugerem que a DTM pode desempenhar um papel determinante no aparecimento da alodínia cutânea naface desses pacientes. Portanto, apresentar DTM pode alterar a sensibilidade dolorosa e predispor à alodinia pacientes com enxaqueca”.

Hoje pela manhã vi a reportagem  sobre o trabalho no jornal da USP de Ribeirão Preto e gostaria de compartilhá-lo com todos!

Para ler basta clicar no link http://www.pcarp.usp.br/acsi/edicoes/E995.PDF e ir até a página 05.

Parabéns a todo o grupo! 🙂