Download de teses e dissertações sobre DTM

As universidades brasileiras lançaram há algum tempo já uma ferramenta para que as teses e dissertações fossem disponibilizadas ao público através da internet.

Eu conhecia bem o site da Universidade de São Paulo (USP) e fiz inúmeros downloads ao longo do tempo, sempre que precisei estudar um tema.

Hoje, por curiosidade, procurei nas outras duas faculdades estaduais de São Paulo, a UNESP e a UNICAMP e fiquei feliz em encontrar sites correspondentes!

Para quem está aí às voltas com o preparo de algum texto científico e não tem acesso aos artigos na íntegra, a leitura destas teses e dissertações pode ser bacana e complementar seu trabalho. A maioria traz também um capítulo de revisão de literatura que ajuda a quem ainda não tem familiaridade com a escrita a se localizar.

Eu entrei nos seguintes sites hoje:

http://www.teses.usp.br

http://cutter.unicamp.br/

http://www.athena.biblioteca.unesp.br

Para exemplificar aqui, coloquei a palavra TEMPOROMANDIBULAR nas caixas de busca. Há uma boa quantidade de textos no acervo das três universidades, basta fazer download e ler! Também me surpreendi com a quantidade ao usar a palavra BRUXISMO.

Inclusive no site da UNESP pode-se ler os textos completos da tese de doutorado da Profa. Dra. Daniela Godói Gonçalves e da dissertação de mestrado da Profa. Ana Lúcia Franco sobre cefaleia e DTM que geraram os artigos científicos sobre o mesmo assunto publicados na última edição do Journal Orofacial Pain.

Muito bom!

Quem conhecer ferramentas deste tipo de outras universidades, coloque nos comentários!!

Bom domingo a todos!

 

Atualizando:

As sugestões já começaram a aparecer! O colega João Tanganeli enviou o site da UNIFESP: http://www.bdtd.unifesp.br

Alodínia em pacientes com migrânea e DTM

A equipe do curso de Fisioterapia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto sempre traz resultados de pesquisa interessantes sobre a relação Disfunção Temporomandibular (DTM) e Cefaleias.

Um dos trabalhos que ganhou prêmio durante o V Congresso de Dor Orofacial da Sociedade Brasileira de Cefaleia foi exatamente um dos que este grupo vem produzindo ao longo do tempo. A pós doutoranda Thaís Cristina Chaves, com supervisão da sempre competente Profa. Dra. Débora Bevilaqua Grossi, mostrou que os pacientes com migrânea que apresentavam alodínia cutânea (marcador importante para a cronificação da dor) apresentavam menor limiar de dor ao frio na face e maior frequencia de DTM do que pacientes com migrânea mas sem alodínea.

Relatou Thaís à reportagem:

“A alodínia pode ser considerada um marcador da cronificação da enxaqueca, e os nossos dados sugerem que a DTM pode desempenhar um papel determinante no aparecimento da alodínia cutânea naface desses pacientes. Portanto, apresentar DTM pode alterar a sensibilidade dolorosa e predispor à alodinia pacientes com enxaqueca”.

Hoje pela manhã vi a reportagem  sobre o trabalho no jornal da USP de Ribeirão Preto e gostaria de compartilhá-lo com todos!

Para ler basta clicar no link http://www.pcarp.usp.br/acsi/edicoes/E995.PDF e ir até a página 05.

Parabéns a todo o grupo! 🙂